Cachorro com bolha de sangue na orelha? Veja o que fazer

Bolhas de sangue, hematomas… essas bolhas aparecem nos cães e são bem visíveis. Se você já identificou alguma em seu pet, é possível que tenha se perguntado: o que causam as bolhas de sangue nos cães?

É possível que essas bolhas sejam prevenidas? Preciso correr para o veterinário? Como que eu devo tratar esse mau no meu cachorro? Vamos começar a responder essas perguntas agora:

O que é uma bolha de sangue na orelha do meu cachorro?

As bolhas de sangue que aparecem nos cachorros são espécies de hematomas ou bolhas mesmo cheias de sangue e aparecem abaixo da pele do cachorro. A área mais comum que você vai encontrar é na orelha do cachorro, mas essas bolhas de sangue podem aparecer em outras partes do corpinho do dog.

Se as bolhas aparecem com muita frequência, elas podem formar machucados maiores por debaixo da pele das orelhas. O incômodo leva o cachorro a se coçar e chacoalhar a cabeça muitas vezes, podendo causar ainda mais hematomas.

As bolhas de sangue são causadas por excesso de coçadas/arranhadas devido à alguma irritação prévia e então causar um ciclo vicioso que só vai machucar e irritar cada vez mais o cachorro.

Cachorro com bolha de sangue na orelha
Bolha de sangue na orelha do cachorro

O que causa a bolha de sangue no cachorro?

Como mencionado anteriormente, as bolhas de sangue são causadas quando o cachorro sente irritação insistente em algum ponto do corpo – geralmente as orelhas.

Ao coçar esses pontos repetidamente, ou chacoalhar a cabeça com muita força, eles podem causar o dano que provoca a bolha de sangue.

Se a pele é machucada, uma bolha pode se formar onde o sangue se agrupa logo abaixo da pele.

Outros sintomas de bolha de sangue em cães podem incluir:

  • Inchaço na região
  • Vermelhidão na área
  • Deformação onde a bolha está localizada
  • O cachorro evita que você encoste ou aperte
  • Descoloração da pele e da área circundante à bolha

O cachorro pode piorar a situação das bolhas de sangue se coçar ou chacolhar a cabeça com muita força e repetidas vezes. O dano à bolha de sangue pode chegar a estoura-la, causando ao cachorro ainda mais dor e possibilidade de infecções.

E as bolhas de sangue podem ainda ocorrer internamente no cachorro, no entanto, são mais difíceis de serem notadas e diagnosticadas por um veterinário.

Essas bolhas de sangue internas podem ser causadas por pancadas, acidentes, brigas entre cães ou qualquer outro dano físico. Se o cachorro tiver bolhas de sangue internas, o órgão próximo à lesão também pode ser lesionado, causando problemas ainda maiores.

Mesmo que não haja sinais visíveis, o cachorro pode apresentar os seguintes sintomas:

É possível prevenir a bolha de sangue em cães?

Você pode evitar algumas causas de bolhas de sangue em seu cachorro, mas não todas podem ser prevenidas por completo.

Se você percebe que seu cachorro está se coçando ou balançando a cabeça muito excessivamente em razão a qualquer irritação, busque cuidados veterinários para antecipar-se à bolha de sangue no seu cachorro.

Se o cachorro estiver com infecção na orelha ou na pele, é melhor trata-lo antes que o próprio cachorro cause uma bolha de sangue no local.

Evitando o problema e cuidando preventivamente, você protege o cachorro de dores, potenciais infecções, lesões maiores e também custos adicionais com o veterinário.

O que mais você pode buscar evitar com seu cachorro? Brigas. Tente mante-lo seguro de confrontos ou qualquer risco que pode provocar queda, impacto e então a geração de uma bolha de sangue interna.

Para isso, a importância de uma boa guia e coleira ou cercas firmes para as áreas externas caso seja preciso criar limitações.

Bolhas de sangue se formam na barriga do pet
Bolhas de sangue se formam no corpo do pet

Quando devo buscar auxílio profissional?

Mesmo que as bolhas de sangue nos cães podem se curar por si, isso pode levar um bom tempo – talvez várias semanas ou até meses.

Lembre-se que, em geral, as bolhas de sangue causam dor aos cães. Esse incômodo constante pode provocar piora do machucado ou até abertura da bolha, podendo infeccionar se o pet coçar a área ou balançar muito a cabeça, como já citado previamente.

Então para evitar problemas mais sérios com seu cachorro, tão logo você perceba uma bolha de sangue, procure o cuidado do seu veterinário. Ele é o profissional mais indicado para diagnosticar a situação e tratar da melhor forma possível seu pet.

O vet pode não só tratar o problema exposto como também entender o que pode ter originado a bolha de sangue no seu cachorro. Veja alguns tratamentos que seu vet pode adotar:

  • Opção 1: Dependendo da localização e do tamanho da bolha de sangue no cachorro, seu veterinário pode drenar o sangue do hematoma. No entanto, essa pode não ser a solução perfeita, já que a área pode ser novamente irrigada com sangue.
  • Opção 2: Anestesia e cirurgia local podem ser a próxima opção, especialmente para hematomas que surgem internamente à pele. Com a cirurgia, o sangue é drenado, o coágulo é removido e a área é suturada para que o sangue não ocupe novamente a área criando nova bolha de sangue.
  • Opção 3: Nos casos de hematomas nas orelhas, elas podem ser enfaixadas para prevenir que as orelhas batam contra a cabeça e ainda usar o “colar elizabetano” para prevenir coceiras na cabeça machucada.

O que devo fazer para tratar a bolha de sangue do meu cachorro?

De maneira alguma, em qualquer circunstância, tente você drenar a bolha de sangue por si. Isso só vai promover mais estrago ao local, mais dor ao seu pet e probabilidade de infecção na área.

Se bolhas de sangue são comuns nas orelhas do seu pet, e você já falou com seu veterinário sobre buscar tratamento, talvez seja recomendado apenas fazer uso do colar elizabetano para ver se a bolha de sangue some naturalmente.

Esse método, no entanto, é sugerido apenas se a bolha de sangue for pequena, comum, se puder sumir naturalmente e você já ter verificado isso tudo previamente com seu vet. Dessa forma você está esclarecida(o) sobre os riscos de atrasar qualquer tratamento mais incisivo.

Questões comuns a respeito das bolhas de sangue em cachorro

Se você ainda tem dúvidas a respeito desse tipo de bolha no corpo de seu cachorro, as seguintes respostas podem ajudar a esclarecer. Lembre-se, se em dúvida, não hesite em levar seu cachorro ao médico veterinário.

Bolha de sangue em cachorro
Bolha de sangue em cachorro

Como posso identificar uma bolha de sangue em meu cachorro?

Essas bolhas são muito semelhantes a qualquer bolha, mas preenchidas de sangue. Toda a área pode estar também avermelhada e inchada.

Como posso tratar uma bolha de sangue em meu cachorro?

Importante: nunca tente drenar a bolha sozinho. Isso pode gerar mais machucado do que benefício. A ordem é sempre se consultar com um veterinário antes de qualquer ação nos hematomas.

O veterinário pode pedir para você aguardar e ficar de olho na bolha de sangue para verificar se ela desaparecerá por si, ou talvez vá sugerir para retirar a bolha de maneira cirúrgica. E para isso, realizar em um ambiente seguro e estéril.

Afinal, por que meu cachorro tem bolhas de sangue?

Seu pet vai desenvolver bolhas de sangue se alguma veia estourar. E isso é mais comum de acontecer quando seu cachorro coça a área insistentemente ou balança a cabeça com muito vigor.

Essa irritação pode danificar ainda mais as veias sanguíneas e até mesmo lesionar a pele.

As bolhas de sangue nos cachorros aparecem com mais frequência nas orelhas, porque as veias sanguíneas são muito finas e presentes em grande volume nessas áreas

[ Veja também: Como Combater a Ansiedade nos Cães ]

Fonte:
TopDogTips

20 Raças de cães com mordidas mais fortes

Um dos fatores para medir a força de um cão é sua força de mordida. Mas, temos como saber quais raças de cachorro tem a mordida mais forte? Sim, sabemos. E essa força pode ser medida cientificamente. A força da mordida de qualquer animal é medida em libras por polegada quadrada (psi). Essa unidade de pressão informa quanta força é exercida em uma polegada quadrada de espaço. O psi que as mandíbulas dos animais irão exercer geralmente é calculado por média.

A pressão pode ser diferente dependendo da superfície sendo mordida, do humor do cão e até mesmo das condições físicas do próprio cachorro. Apenas para uma comparação de referência, os humanos têm uma força de mordida média de 120-140 psi, e o Crocodilo do Nilo 5.000 psi. No caso dos cachorros, a força de mordida média varia entre 230 e 250 psi, mas algumas raças têm mordida muito mais forte, como veremos adiante.

Comparação entre a força da mordida do Crocodilo do Nilo e do ser humano
Força de mordida: O crocodilo do Nilo é o animal com mordida mais forte do mundo!

Agora vamos nos concentrar nos cachorros. Mesmo que não há mordida mais forte que a do crocodilo do Nilo, a força da mordida de um cachorro forte não só rasga a carne, mas também pode quebrar ossos. Abaixo, listamos os cães que têm conseguem fazer exatamente isso. Se você está pensando em possuir uma dessas raças de cães fortes, é fundamental que você o leve a um treinador de cães profissional para garantir que seu cão esteja sob seu domínio e não ofereça qualquer agressão.


[ Veja também: 6 Dicas para você se tornar um Dog Walker ]


A maioria das raças nesta lista são de cachorros considerados agressivos. São justamente animais que geralmente têm a força de mordida medida. Importante lembrar que, qualquer cão pode se tornar agressivo se for negligenciado e abusado.

Mitos sobre a força da mordida de cachorro e a verdade científica

Há muita desinformação sobre a força da mordida de cachorros por aí. Alguns artigos dizem que certas raças de cães têm força de mordida de 2.000 libras. Essa força de mordida é comparável a de um hipopótamo adulto. Obviamente, está errado.

Os únicos dois estudos que medem forças de mordida de cães são de Ellis et al. e Lindner et al.

Os resultados do estudo foram relatados em Newtons, com alguns dos números mais altos chegando a 2.000 Newtons. A partir daqui, muitos sites pegaram o número e interpretaram incorretamente como psi, que na verdade é cerca de 450 libras por polegada quadrada e não 2.000 psi.

Pastor Alemão morde braço de treinador
Cães podem chegar a ter força de 450psi na mordida.

Por que algumas raças de cães têm maior força de mordida do que outras?

A maior parte da força da mordida dos cães depende do tamanho de seu corpo e crânio e do formato de sua mandíbula. Cachorros com cabeças maiores e, consequentemente, mandíbulas maiores, exibiram mais força de mordida. Isso explica por que os Mastiffs são cães com as mais fortes mordidas entre as raças verificadas.

Mas vamos lá, sem mais enrolar. Aqui estão os cães com as mordidas mais fortes do mundo. Para que você saiba, todos eles terão mais força na mordida que você. Toda mordida de cachorro é perigosa, mas pode ser especialmente brutal se puderem condicionar toda a sua força.

20 cães com a força de mordida mais forte


Raças de Mastins (Mastiff)


Kangal – 743 psi

Cachorro da raça Kangal
Raça Kangal: a mordida mais forte entre os cães. São incríveis 743psi de força.
Comparando cachorro Kangal adulto com um homem
O Kangal é gigante!

Exibido acima e comparado com um homem aqui ao lado, esta raça grande e poderosa é usada na Turquia para proteção contra predadores naturais de rebanhos. Apresentando a maior força de mordida entre cães domesticados, muito provavelmente vão fazer guarda com sucesso. Já com o tutor e sua família, os cães dessa raça são amigáveis e dóceis. Eles serão bons com as crianças. 🙂

Bem cuidados e saudáveis, os Kangals vivem em média mais de 15 anos. Eles são excelentes cães de guarda.

Os Kangals são alertas, territoriais e defensivos. Precisam, no entanto, de treinamento social e de “liderança de matilha” para servirem de companhia diária. Se você desejar ter um cachorro com o Kangal, saiba que ele deve ser o único animal da casa.


Cane Corso – 700 psi

Cachorro da raça Cane Corso. Pelagem curta e preta.
Raça Cane Corso: são 700psi de força na mordida.
Cane Corso abraçando mulher
O Cane Corso é outro gigante!

Este cão de guarda é originário da Itália. Como a maioria das variações de “Mastiff”, o Cane Corso foi um cachorro usado em guerra. Os indivíduos dessa raça têm pelo curto com baixa perda – então mínima necessidade de escovação, o que os torna mais fáceis de manter.

Eles também são muito fortes, resistentes e saudáveis. São inteligentes e ativos, o que promove facilidade para treinamento. A maioria dos Cane Corso são silenciosos e calmos.

Como outros cães de guarda, ele geralmente não é afeito a ter “irmãos”. Não costuma gostar e lidar bem com outros cães ou gatos. Geralmente se dão bem com as crianças da casa, mas precisarão também de treinamento de socialização desde muito cedo para oferecerem segurança às pessoas da família.


Dogue de Bordeaux – 556 psi

Cachorro da raça Dogue de Bordeaux.
Raça Dogue de Bordeaux: são 556psi de mordida.

O Dogue de Bordeaux é o gigante babão do filme “Uma Dupla Perfeita”. Os indivíduos dessa raça são afetuosos com os membros de sua família. Um pouco preguiçosos, esses cachorros não precisam de muitos exercícios (ufa!).

Ao contrário de alguns outros cães Mastiffs, o Dogue de Bordeaux é excelente com crianças e também com outros animais – um verdadeiro gigante gentil.

Eu falei que ele baba né? E muito! Embora sejam muito amigáveis com os membros da família, eles desconfiam de estranhos. Por isso é importante mante-los seguros cercados. Vai ser também preciso um treinamento de socialização. Os cães da raça Dogue de Bordeaux podem engordar facilmente, então fique atento à dieta.

Jogador argentino Messi com seu Dogue de Bordeaux
E você achava que a Dupla Perfeita era Messi e Neymar né?

Mastiff Inglês – 552 psi

Cachorro da raça Mastiff Inglês
O Mastiff Inglês tem 552psi de força de mordida.

Outro bobão gentil, esses bebês gigantes são muito elogiados por seus donos. Os Mastiffs (ou Mastim) Ingleses são afetuosos e se dão muito bem em famílias com crianças. Eles são excelentes cães de guardas, mas apenas se treinados para isso. Cheios de energia, esses grandões precisam de exercícios diários. Por isso são cães perfeitos para famílias que gostam de se movimentar ou que tenham quintal grande.

Todos os Mastiffs são independentes e obstinados. Eles precisam de um treinador bom, dedicado e com paciência a investir tempo para treinamento de “pastoreio”. Como cães de outras raças, o Mastim Inglês pode se tornar destrutivo quando deixado sozinho por muito tempo.

[Veja também: Como Combater a Ansiedade nos Cães ]

Os Mastins Ingleses tem mordida forte, mas são fofos e brincalhões. Ótimos parceiros para quem tem crianças.

Dogo Canario – 540 psi

Cachorro da raça Dogo Canario
A mordida do Dogo Canario pode chegar a 540psi
Adorável gigante!

Também conhecido como Perro de Presa Canario, este é um antigo cão de guerra conhecido por sua agressividade. Corajosos e leais, os cães desta raça são excelentes cães de guarda. Ótimos para a famílias ativas, esses cães precisam de muito exercícios, um grande quintal e também bastante estimulação mental. Se adotados desde filhotes, os Dogo Canarios são amigáveis com crianças e outros animais de estimação.

Só que esta raça precisa de um treinador experiente. Para ter sucesso no relacionamento com cães fortes como este, o dono precisa de tempo e experiência para socializar e treinar este animal adequadamente.


Dogo Argentino – 500 psi

Cachorro da raça Dogo Argentino
O Dogo Argentino apresenta 500psi de mordida.

Uma raça feita para ser um grande caçador, o Dogo Argentino possui ótimos reflexos e força corporal. São cachorros com baixa perda de pelos, o que os tornam cães fáceis para se tratar e manter. Ativos e amigáveis, esses cachorros são ótimos para a casa de uma família numerosa. Apenas precisam se adaptar com tempo, para se tornarem excelentes cães de estimação.

O Dogo Argentino é forte e independente, então desde bebê é aconselhado que tenham um treinador forte e experiente. O treinamento de socialização e obediência deve começar em uma idade jovem e permanecer consistente ao longo do tempo. Esta é mais uma raça que deve ter treinamento de “líder de matilha” (pack leader).


Bulldog Americano – 305 psi

O Bulldog Americano tem mordida de 305psi de força.

Frequentemente confundido com o Pitbull, o Bulldog Americano tem características próprias. São cães gentis e afetuosos e se dão bem em casas com crianças. Esses cachorros são muito sensíveis e demandam muito tempo (de qualidade) com seus familiares. Seu pelo curto é fácil de manter.

[ Veja também: Comprar ou não FURminator? O que diz quem usa ]

Os cães dessa raça são conhecidos por babar um pouco. Apresentam temperamento forte e por isso, precisam de treinamento consistente desde muito cedo, ainda na fase de filhote. Os cachorros da raça Bulldog Americano também precisam de muito exercício e tempo para brincar. Se entediados, podem se tornar destrutivos.


Pitbull – 235 psi

Esbelto e musculoso. Esse cachorro é exemplar da raça Pitbull
O Pitbull apresenta em média 235psi de força de mordida.

Essa é, talvez, uma das mais famosas raças do mundo. Todo mundo já ouviu alguma vez o nome da raça Pitbull e, na maioria das vezes, não tem as melhores impressões. Esta é uma das raças mais odiadas nos Estados Unidos. No entanto, o Pitbull é um cachorro inteligente, leal e fáceis de treinar.

Com pelo curto, o Pitbull não exige muito da rasqueadeira. Conhecidos como “cães babás”, os filhotes da raça adoram crianças, pois são brincalhões e protetores.

O Pitbull foi recentemente criado como cão de luta. Se você deseja ter um Pitbull, certifique-se da responsabilidade do criador de origem. Como outras raças de cachorros fortes, você precisará começar cedo com o treinamento de socialização e obediência para obter melhores resultados.


Alano Español – 227 psi

Cachorro da raça Alano Espanhol
A raça Alano Espanhol tem 227psi de força de mordida

Esses cães grandes são descendentes dos cachorros utilizados no sangrento eporte “bull-baiting” na Espanha. Antes disso, eram cães de guerra no Oriente Médio. Com perfil sério e calmos, esses cachorros não são de ficar latindo a toda hora.

Embora gostem de ser “chefes”, eles também podem ser submissos ao dono. Os cães da raça são ativos e se dão melhor com um dono envolvido e comprometido.

Desconfiado com estranhos, cães da raça Alano Espanhol precisam de intenso treinamento de “líder de matilha” (pack leader) para não se tornar perigoso. Esses cães são famosos por serem difíceis de dominar.


Bulldog Inglês – 210 psi

Cachorro da raça Bulldog Inglês
Cães da raça Bulldog Inglês tem 210psi de força de mordida

Esses gordinhos grandes e robustos não querem nada mais do que ficar abraçado no seu colo. São amáveis e amigáveis e, por isso, se dão muito bem com crianças e outros pets. Os Bulldogs Ingleses não são tão carentes, eles se dão muito bem em ficar algum tempo sozinhos. Por não serem muito ativos, os cães dessa raça não precisam de muitos exercícios.

Outra característica dos Bulldogs Ingleses é que são muito teimosos. Embora não sejam conhecidos por serem agressivos, ainda é muito importante que tenham um intenso treinamento, justamente porque têm o desejo natural de fazer as coisas de seu jeito.

O Bulldog Inglês precisa de ambiente com clima ameno. Eles não se dão bem em lugares muito quentes ou muito frios.


Raças de Pastoreio


Pastor Alemão – 238 psi

Cachorro da raça Pastor Alemão
O Pastor Alemão pode produzir 238psi de força de mordida.

Cães perfeitos para pastoreio, os Pastores Alemães são também muito utilizados como policiais (K9), cães-guia e cães de guarda em fazendas. Eles são indiferentes com estranhos e não se distraem facilmente. São cães enérgicos e sempre prontos para brincar, mas também apresentam comportamento calmo e contido. Inteligentes e sensíveis às necessidades de seus donos, o Pastor Alemão é fácil de treinar.

Já quanto a perder pelo, eles são mestres. Melhor nem ter carpete em casa! Os cachorros dessa raça geralmente não gostam de outros cães. É preciso oferecer brinquedos para roer, porque esses carinhas adoram mastigar.


Pastor Holandês – 224 psi

O Pastor Holandês tem mordida de 224psi de força.

Como outros cães pastores, os Holandeses tentam “pastorear” tudo – animais, crianças, carros, o que for. O Pastor Holandês é inteligente e muito ativo. Eles vão viver felizes em uma família ativa que lhes ensine truques, lhes dá “trabalho”. Essa raça alerta, atlética e não muito conhecida, é capaz de fazer tudo que o famoso Pastor Alemão faz.

Esses cães geralmente não são tão amigáveis com crianças ou outros pets. O treinamento para ensinar que TODOS os humanos são líderes de matilha deve ser realizado. Esses cachorros são independentes e obstinados, então precisam de um treino forte, persistente e consistente.


Pastor-Belga-Malinois – 195 psi

Cachorro da raça Pastor-Belga-Malinois
O Pastor-Belga-Malinois tem 195psi de força na mordida.

Também conhecido como apenas Pastor Belga, o Malinois é inteligente, confiante e muito ativo. Esta raça de pastoreio é resistente e adequada a todos os tipos de climas, tanto frios quanto quentes. O Pastor Belga é fácil de cuidar, pois perdem muito pouco pelo e não costumam babar.

São cachorros naturalmente muito saudáveis. Foram criados para o ar livre e vivem melhor em grandes espaços. Embora o Pastor Belga seja feito para o ar livre, eles são excelente cães de companhia se tiverem treinamento adequado de socialização.

Sem o treinamento, é possível que se tornem destrutivos e agressivos.

[ Veja também: Como treinar seu cão utilizando sinais manuais ]


Misc. Raças de cães com a força de mordida mais forte


Bandog – 730 psi

Ca
Cães “Bandog” são raças mestiças muito poderosas que historicamente foram utilizados para caça de javalis e até ursos. A força de sua mordida é impressionante, chegando a 730psi.

O exemplar de Bandog, exibido acima, é resultado de variadas misturas em sua ancestralidade. Criadores de cachorros origem “Mastiff” cruzaram com cães de raças “Bull Dog”. Esta raça ainda é criada principalmente para servirem como cães de guarda. E para isso são destaque. Corajosos e fortes, esses cães darão suas vidas por suas missões. Esses gigantes impressionantes têm pelagens curtas e de fácil cuidado.

Cachorro Bandog atacando javali
Cão da raça Bandog ataca javali.

Como têm características naturais de cães de guerra, pode ser muito agressivos e perigosos. Para não oferecerem risco aos humanos, precisam de intenso treinamento para líderes de matilha (pack leader), que os submete a obedecerem comandos. São naturalmente agressivos com estranhos, por isso a grande necessidade de treinamento de socialização desde filhote.


Leonberger – 399 psi

Menina e cachorro da raça Leonberger
Cães da raça Leonberger possuem força de 399psi de mordida.

Essa é uma raça criada a partir de várias outras, incluindo São Bernardo, um cachorro de grande porte mais popular. Carinhoso e brincalhão, este grandão é ótimo com crianças. Os cachorros da raça são muito ativos e gostam de fazer parte da família, apreciam atividades junto de “seus humanos”. Leonbergers são cheios de energia e curiosos.

Os filhotes adoram mastigar e latir e precisarão de treinamento para conter esses ímpetos. Embora amem crianças, eles são enormes e podem facilmente machuca-las. Por isso é fundamental que tenham treinamentos desde muito pequenos para saberem lidar com seus filhos desde pequenos.


Doberman – 228 psi

Cachorro da raça Doberman
Os Dobermans tem mordida estimada em 228psi de força.
Policial Ed e seu parceiro Doberman Duke

Esses cães são lindos, elegantes e chegam a figurar como grande porte. O Doberman é corajoso, leal e muito afetuoso com sua família. Um excelente cão de guarda. São em geral inteligentes e sensíveis a treinamentos. Por isso estão entre as raças utilizadas pela polícia americana. De qualquer forma, são cães que precisam de treinamento “líder de matilha” (pack leader) para manter obediência. Mas aprendem rapidamente.

Cheios de muita energia, atléticos e brincalhões, os Dobermans exigem programas regulares de exercícios. Do contrário podem se tornar destrutivos e agressivos quando entediados. O Doberman pode ser um cachorro amigável a crianças caso seja criado desde cedo para tal, mas sua natureza é de “poucos amigos”.


Chow Chow – 220 psi

Cachorro Chow Chow deitado em cadeira.
O Chow Chow tem mordida de 220psi de força.

Essa realeza toda vem da reminiscência de um leão. Sua personalidade é definida como mais “felina” do que “canina”. O Chow Chow não tem muita energia, então precisa de um pouco de exercício. Essa é uma raça que não tá muito aí para seus donos. São independentes e não precisam muito de companhia humana. São pets ótimos para proprietários adultos calmos.

O Chow Chow é independente e temperamental, o que os torna mais difíceis de serem treinados. Os cães desta raça são também muito agressivos e nem sempre se dão bem com pessoas e animais ao seu redor.


Rottweiler – 328 psi

Cachorro da raça Rottweiler
O Rottweiler tem mordida de 328psi de força.

O Rottweiler é calmo e corajoso. Podem chegar a 60 quilos! …possivelmente até mais. Os cães desta raça não são empolgados ou carentes. São atenciosos e inteligentes e ótimos cães de trabalho. O Rottweiler é muito amigável e sociável mas precisa de companhia e atividade.

O treinamento deve começar o mais cedo possível na vida do cachorro, enquanto eles ainda são pequenos o suficiente para aprenderem com consistência. Rottweilers são recomendados para proprietários experientes devido ao seu tamanho. Geralmente não gostam de outros animais por perto.


Tosa Inu – 556 psi

Cachorro da raça Tosa Inu
O Tosa Inu é um gigante de mordida forte: são 556psi de força

Esse é um cachorro do tipo mastim (Mastiff), originário do Japão esta é uma raça que se acredita ter Mastiff, Dogue Alemão e Bulldog em sua ancestralidade. São cães grandes, mas fáceis de lidar. Confiante e de aparência intimidante, o Tosa Inu é um ótimo cão de guarda. Com treinamento adequado, esses cachorros podem ser dóceis e adequados a família.

Se não forem socializados adequadamente, esses cães podem se tornar agressivos. Os Tosa Inu precisam de espaço. Ocupam muita área, comem muito. Desde filhote precisam ser treinados para respeitar pessoas e coisas, já que facilmente podem quebrar tudo.


Boxer – 230 psi

Cachorro da raça Boxer
O Boxer tem 230psi de força de mordida. Praticamente o dobro do ser humano.

Esta raça tem postura imponente, que curiosamente não combina com sua personalidade. Em geral, o Boxer é um doce, não machuca nem uma mosca, só que podem matar outro pets se não forem devidamente treinados. Este cão é carinhoso e muito afetuoso com a família tutora, incluindo crianças e outros cães. Os Boxers são inteligentes e fáceis de treinar. Em geral não são tão barulhentos.

Os cães dessa raça gostam de climas amenos, então trata-los em lugares muito frios ou quentes precisam de atenção extra. Não é boa ideia deixar um Boxer entediado ou sozinho muito tempo, já que podem se tornar destrutivos.


Menções Honrosas

Embora as raças já mencionadas acima sejam as de cães com maior força de mordida, estão longe de ser as únicas mordidas que você deve ter cuidado. Veja a seguir alguns outros cães que tem a mordida bem forte também:

Em razão de informações, por vezes conflitantes, sobre a força da mordida dos cães, alguns especialistas afirmam que alguns desses citados podem ter mordida mais forte do que os listados nesse post.


EXTRA:
Perguntas comuns sobre as raças de cães com a mordida mais forte.

Ainda ficaram algumas dúvidas sobre o assunto? Considere ainda:

Qual raça tem maior força de mordida?
Os cães de raça Mastim tem as mordidas mais fortes, seguido pelo Rottweiler.

Qual raça oferece mordida mais fraca?
O simpático Bulldog Inglês tem a mordida mais fraca, seguido pelo Bullmastiff e Shih Tzu.

Cachorro da raça Rhodesian Ridgeback
Leão da Rodésia

Qual animal teve a mordida mais forte registrada até 2020?
O Crocodilo do Nilo tem a maior força de mordida. Outros mordedores violentos incluem hipopótamos, gorilas, onças, tubarões brancos, ursos polares, Tigres de Bengala e hienas pintadas.

Qual cachorro pode matar um leão?
O Leão da Rodésia (Rhodesian Ridgeback) pode matar um leão, assim como o Rottweiler.

Qual cachorro é mais forte que um Pitbull?
O Rottweiler é mais forte que o Pitbull e pode vencê-lo em um confronto.

Fonte:
TopDogTips

Insuficiência renal e falência dos rins em cães e gatos: o que a ciência sabe até hoje?

A condição conhecida como insuficiência renal em cães, e gatos, geralmente ocorre por lesão, infecção ou doença renal. Isso pode resultar em desligamento completo (falência) do órgão ou na perda de função de mais de 70%. Quando aparecem sinais claros de insuficiência renal em nossos pets, significa que a condição atingiu estágio avançado.

Prognóstico: Vários estudos demonstraram que a expectativa de vida em cães, após o diagnóstico de insuficiência renal, foi de 226 dias, em média (O’Neill et al. 2013). Por isso é vital procurar tratamento veterinário imediato, não importando o quão moderados os sintomas possam parecer. Uma vez feita intervenção precocemente, a chance de sobrevivência do pet pode aumentar.

A insuficiência renal em cães, e gatos, como o nome já sugere, é uma perda significativa ou total da função dos rins. Existem dois tipos comuns de insuficiência renal em pets – aguda e crônica. Você também vai ouvir essa condição chamada de Doença Renal Crônica em cães (DRC) e também de Insuficiência Renal Aguda.

Na verdade, são vários os nomes e estágios diferentes para problemas renais em cães:

  • Doença Renal Crônica (DRC)
  • Falência Renal
  • Insuficiência Renal Crônica
  • Insuficiência Renal Aguda

Embora possa ser confuso, todos esses diagnósticos significam praticamente a mesma coisa: os rins do seu cão, ou gato, não estão funcionando bem. Os estágios iniciais serão classificados como lesão renal ou doença renal antes de progredirem para insuficiência renal completa em cães (Grauer, 2005). Seu veterinário poderá lhe explicar todos os estágios e sinais de insuficiência renal em seu pet, e trabalhar com você para um plano de tratamento personalizado. As necessidades exatas para seu animal de estimação vão incluir dieta e medicamentos adequados.

Os sinais de doença renal em pets são semelhantes em todos os estágios, mas a insuficiência renal aguda e crônica tem uma diferença clara: a primeira aparece de repente, enquanto a última se desenvolve gradualmente. A doença renal aguda geralmente é causada em consequência de uma condição secundária e subjacente. Enquanto esta se desenvolve ao longo de alguns meses e pode ser difícil de diagnosticar, os sintomas da insuficiência renal crônica nos pets podem só aparecer quando ela já progrediu para estágio avançado.

Além disso, se os sinais de doença renal em cães e gatos não forem suficientes, e assim não tratadas adequadamente, a condição pode progredir para outras complicações de saúde, como a Hipercalemia (Segev et al. 2010). Foi demonstrado que a Hipercalemia, em cães, ocorre como resultado de uma alimentação específica inadequada para cães com doença renal e isso diminui a função dos rins deles. A redução do potássio parece ser a maneira mais eficaz de combater a Hipercalemia. Falaremos disso mais adiante neste post.

A insuficiência renal em cães NÃO TEM CURA, mas é tratável

Embora a expectativa de vida para insuficiência renal em cães não seja muito otimista, o tratamento da doença pode prolongá-la (Polzin, 2013). De acordo com a pesquisa, o mais eficaz é atuar cedo na dieta do cachorro (ou gato). O pet pode viver por muitos anos com saúde se você antecipar, junto ao seu veterinário, um tratamento apropriado.

Gráfico insuficiencia renal em cães
Se o diagnóstico da insuficiência renal em cães, e gatos, for rápida, é possível trata-lo com qualidade

O que os rins fazem?

Os rins são um dos órgãos mais importantes do corpo, seja animal, seja do corpo humano. O desempenho dos rins está ligado a diversas funções que mantém o corpo saudável. Para entender a gravidade de uma insuficiência renal em cães e gatos, primeiro você precisa entender sobre as funções desse órgão vital:

1. Eles filtram resíduos

Os rins do seu cão, ou gato, trabalham para filtrar resíduos e toxinas dos seus corpos. Eles fazem isso processando todos os líquidos corporais, desde o sangue até a água ingerida. Os rins removem toxinas e bactérias todos os dias, eliminando-as pela urina. Esses resíduos vão para a bexiga e então expelidos do corpo. Nada mal para dois órgãos bem pequenos, não é?

2. Eles mantêm as coisas boas

Além de remover as resíduos ruins, os rins garantem que seu cão, ou gato, retenha tudo de que precisa, principalmente proteínas. Quando seu pet não é mais capaz de manter essa proteína com eficiência, ela escapa para a urina. Quando o exame de urina mostra presença de proteína, geralmente é um sinal claro de algum dano, inflamação ou doença nos rins.

3. Eles hidratam o pet

Por ter a missão de filtrar os fluidos corporais, os rins desempenham papel significativo na hidratação. Eles mantém a água que o corpo necessita para regular a temperatura, garantir a saúde celular e manter praticamente todas as funções do organismo.

Quando os rins ficam danificados, eles podem “acelerar” o processo de filtração e jogar fora do corpo (na urina) a água boa junto com a ruim. Como resultado, o corpo pode ficar desidratado muito rapidamente.

4. Eles regulam muito

Seus rins desempenham um papel fundamental na absorção de cálcio. Um rim saudável pode converter a vitamina D em calcitriol, que ajuda no aumento da absorção de cálcio no sangue. Sem isso, os ossos do seu cão podem ficar enfraquecidos, causando um dos sintomas de insuficiência renal mais incomuns, só que dolorosos: o de fraturas ósseas espontâneas.

5. E muito mais…

Você acha que falta mais para esses dois pequenos órgãos? Pois eles fazem! Veja o que mais realizam:

  • Regulam a pressão arterial
  • Estimulam produção de glóbulos vermelhos
  • Liberam hormônios

Uma vez que ocorra insuficiência renal em cães, e gatos, todas as funções acima no corpo do pet ficam afetadas. É por isso que o tratamento precoce é importante – não apenas para corrigir os problemas renais, mas para prevenir maiores danos ao corpo, que podem surgir devido à falta da função renal.

Sintomas de insuficiência renal em cães e gatos

Por si só, os rins são pequenos órgãos bem resistentes. Eles podem lidar muito bem com função diminuída, mesmo quando seu pet tenha sido diagnosticado com alguma doença renal. Mas a triste realidade é que os sintomas de insuficiência renal em cães e gatos geralmente aparecem muito tarde no jogo.

Há uma grande variedade de causas e sinais clínicos de insuficiência renal em pets e isso torna o diagnóstico mais difícil (Chalifoux et al. 1982). Se o pet exibir sede excessiva, esse pode ser um dos sintomas iniciais mais comuns.

Outros sintomas comuns de insuficiência renal em cães e gatos:

  • Vômitos
  • Letargia
  • Prisão de ventre ou diarreia
  • Sede insaciável
  • Perda de apetite
  • Perda de peso consistente
  • Sangue na urina
  • Tentativas frequentes de urinar
  • Depressão / mudanças de comportamento
  • Aparência anoréxica
  • Cegueira aguda
  • Convulsões
  • Halitose (mau hálito crônico)

9 Causas de falência renal em cães

Conforme mostrado em um estudo de Chalifoux e de Yhee, de 2010, há uma centena de causas diferentes para a insuficiência renal em cães e gatos. Infelizmente a maioria delas não pode ser evitada, como predisposição genética e envelhecimento. Veja a seguir oito das causas mais comuns de insuficiência renal em pets, conforme observado em estudos como os mencionados acima:

1. Idade

Infelizmente, a velhice é uma das causas mais comuns de insuficiência renal em cães. O risco da maioria dos cachorros em desenvolver doença renal aumenta após os sete anos de idade. Estudos mostraram que quanto mais velhos os animais de estimação, maior a probabilidade de sofrerem de insuficiência renal (Bartges, 2012).

Este risco pode ser diminuído com a ajuda de uma nutrição correta, consumo adequado de água e exercícios físicos regulares desde pequeno.

2. Alimentos

A comida é uma das causas da insuficiência renal em cães e gatos que você, como tutor(a) pode controlar. Estudos mostram que ajustar a dieta e combiná-la com tratamento médico pode aumentar as chances de sobrevivência do pet (Elliott, 2006). A má nutrição afeta a saúde geral do seu cão e a desidratação é uma das causas para a inflamação dos rins.

Uma dieta errada pode deixar seu pet desidratado ou estimular demais os rins. E um rim inflamado ou machucado é sinal claro de que seu gato ou cachorro está caminhando para insuficiência renal. O que pode ajudar a minimizar prontamente o risco de dano é a mudança de marcas de rações com baixo teor de proteína para aqueles com alto teor de água para auxiliar a impulsionar a recuperação da atividade dos rins.

6 dicas de dieta para cães com problemas renais
Não hesite em buscar ajuda especializada se você desconfia que seu pet pode estar sofrendo.

3. Raça

Essa é uma variável que foge ao nosso controle: a genética do seu cachorro ou gato. Infelizmente dependendo da raça, o pet desenvolve doença renal simplesmente porque tem predisposição para essa condição. Em verdade, a doença renal congênita é uma das mais comuns e vista com mais frequência em determinadas raças, como Samoieda, Bernese, Bull Terrier, Cairn Terrier, Cocker Spaniel Inglês e Pastor Alemão.

Um estudo de 2015 com mais de 600.000 cães na Suécia mostrou quais raças são mais afetadas por alguns tipos de problemas renais, incluindo taxas de mortalidade (Pelander et al. 2015).

Raças com maior INCIDÊNCIA de doença renal:

  • Bernese (Boiadeiro de Berna)
  • Schnauzer Miniatura
  • Boxer

Raças que apresentam maior MORTALIDADE como resultado de insuficiência renal:

  • Bernese (Boiadeiro de Berna)
  • Pastor de Shetland
  • Flat-Coat Retriever

Ao comprar seu filhote de um criador, faça antes uma pesquisa. Converse com o responsável a respeito do histórico do cachorro, bem como com outros tutores, de ninhadas anteriores, para que você consiga visualizar alguma indicação clara de quaisquer problemas de saúde possíveis e prováveis para o cachorrinho que você deseja adotar.

Se adotar de um abrigo, você tem menos informação para coletar, já que normalmente os filhotes são resultados de condições hereditárias desconhecidas.

Além disso, você pode considerar realizar teste de DNA de seu cachorro e então ter seu histórico exposto. Alguns serviços de teste de DNA oferecem ainda mais investigação sobre os problemas de saúde relacionados à raça do cachorro e possíveis condições hereditárias. Box4Dog faz isso.

4. Meio Ambiente

Existe um risco comprovado, de problemas renais em humanos, que tem sido associado ao meio ambiente, e o mesmo ocorre para os pets (Finn, 1977). As toxinas presentes no ambiente em que seu cachorro vive podem causar danos irreparáveis aos rins ao longo do tempo. Isso pode ser proveniente de produtos de limpeza de sua casa, pesticidas ou fertilizantes se você mora em uma área rural. Toda essa gama tóxica pode causar insuficiência renal em seu gato ou cachorro.

É importante, então, limitar a exposição do pet a esses químicos, já que nenhum deles oferece impacto positivo para a sua saúde. Algumas dessas substâncias podem ainda causar câncer no pet. Ajudar seu cão, ou gato, a evitá-los pode ser tão fácil quanto mudar os produtos de limpeza para versões naturais. Se a preocupação é com pesticidas, basta evitar que o Totó saia ao ar livre no mesmo dia em que o fazendeiro estiver pulverizando o campo.

5. Envenenamento

Existem vários alimentos que são perigosos para os cães, e gatos, e podem promover problemas de saúde e até mesmo a morte. Alguns deles estão especificamente associados a problemas renais e foram mostrados como causas de insuficiência renal em cães (Cortinovis et al. 2016).

Por exemplo, o chocolate é famoso conhecido como veneno para nossos amiguinhos de quatro patas. Mas, a oferta de uvas ou passas para o cachorro, em particular, tem sido comumente associada à insuficiência renal (Sutton et al. 2009). A melhor maneira de prevenir danos renais induzidos por envenenamento é saber sobre os alimentos que podem ser perigosos aos cachorros.

Além de alimentação inadequada, existem outros venenos comuns que às vezes são encontrados como causas de insuficiência renal em cães e gatos:

  • Tratamentos para pulgas ou carrapatos
  • Repelente de insetos
  • Veneno de rato
  • Ibuprofeno
  • Alvejantes e desinfetantes
  • Fertilizantes e pesticidas
  • Abacate
  • Xilitol (comum em alguns alimentos light e encontrado em pasta de dente humana)
  • Álcool
  • Plantas de casa e jardim (incluindo açafrão, azaléas, narcissus, tulipas, palmeiras sagu)

6. Infecções bacterianas crônicas

O que pode surpreender alguns donos de animais de estimação é que, uma das causas mais comuns de insuficiência renal nos pets, são problemas de saúde bucal. Estudos encontraram forte correlação entre doença periodontal em cães e insuficiência renal aguda (Glickman et al. 2011).

Embora a saúde dentária deficiente em pets possa resultar outros problemas, além da doença renal, muitos tutores continuam a ignorar essa importante rotina de higiene. A American Veterinary Dental College (AVDC) expõe aos donos de pets sobre os perigos de negligenciar a higiene bucal do cachorro e como bactérias dentro da boca podem facilmente viajar para a corrente sanguínea e causar danos permanentes aos rins.

Além de infecções associadas à higiene bucal, outras infecções bacterianas foram recentemente identificadas como causas de insuficiência renal em cães, e particularmente a aguda (Stokes et al. 2004).

7. Bloqueio urinário

Infecção do trato urinário, cálculos na bexiga e pancreatite nos cachorros podem afetar prejudicialmente todo o sistema renal. O aumento da pressão da urina provoca retorno até os rins, podendo causar inflamação. Se continuar por muito tempo, danos irreversíveis podem ocorrer (Levy et al. 1986).

8. Medicamentos

Quando o veterinário lhe prescrever um medicamento, ele deve sempre informar para você ficar de olho nos efeitos colaterais e interromper a administração imediatamente se detectá-los. Pode ser fácil acabar esquecendo dessa dica, mas os medicamentos podem ser tão perigosos quanto os venenos para seu cachorro ou gato.

Embora o controle da dor para os cães já seja questão difícil de lidar, infelizmente, alguns anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) foram considerados diretamente responsáveis como causas de insuficiência renal em pets. Então, fazer uso de qualquer AINE sem prescrição veterinária pode prejudicar enormemente seu pet. (Lomas et al. 2015).

AINEs e analgésicos não são os únicos vilãos. A toxicidade renal nos cães é um efeito colateral potencial de muitos medicamentos veterinários convencionais e pode causar sintomas graves, como:

  • Dor lateral
  • Letargia
  • Vômitos
  • Sangue na urina
  • Desidratação
  • Halitose
  • Perda de apetite

9. Câncer

Embora não seja uma doença muito comum, o câncer de bexiga pode causar inflamação e falência renal. Eventualmente, o câncer interrompe a função renal e, assim, causar danos significativos ao longo do tempo. O tratamento ao câncer e os medicamentos contra a inflamação podem ajudar a proteger os rins.

Doença Renal Crônica em cães e gatos

4 Tratamentos Caseiros para Insuficiência Renal em Cães

Com poucos cuidados médicos disponíveis para cachorros que sofrem de doença ou insuficiência renal, o tratamento e a gestão do estilo de vida que ele recebe em casa são ainda mais importantes. Estudos têm mostrado que mudanças na dieta que acompanharem tratamento medicamentoso são a maneira mais eficaz de controlar a insuficiência renal nos cães (Hansen et al. 1992).

A seguir, algumas dicas do que mostraram bons resultados:

1. Umidade e hidratação

Como a desidratação piora o quadro renal, é importante interromper imediatamente qualquer uso de alimentos secos para o pet e então substitui-los por uma dieta rica em água. Algumas marcas específicas de enlatados para cachorros e gatos são geralmente recomendadas por veterinários. Elas contém cerca de 70% de água. Mesmo assim, podem não ser a opção ideal. Converse com seu veterinário a respeito e escolha o melhor caminho para seu pet.

2. Baixo teor de proteína

Mesmo que dietas ricas em proteínas sejam recomendadas a pets saudáveis e não afetem os rins, diversos estudos mostram que cães com doença renal se saíram muito melhor com dietas com baixa incidência de proteína e fósforo (Finco et al. 1992).

A proteína exige muito do corpo do cachorro para digestão. Cães com problemas renais terão mais dificuldades para digerir proteínas, provavelmente estressando ainda mais seus rins já danificados. Então é importante diminuir a quantidade de proteína e fósforo no consumo do pet. Os alimentos que os contenham devem ser trocados por dietas com proteínas de qualidade semelhante ao consumido por nós, humanos.

3. Ingestão de água

Além de aumentar o teor de umidade da comida do seu cachorro, você pode também tentar aumentar o consumo dele por água. A desidratação é uma das maiores preocupações para quem sofre de insuficiência renal e existem algumas maneiras de você garantir que seu pet vai receber todo líquido que precisa.

Se você tem que hidratar seu pet rapidamente, talvez seja possível dar Pedialyte diluído na água. Mas importante: consulte seu veterinário antes de fazer isso, pois pode não ser indicado a cães que tenham problemas de saúde subjacentes.

Colocar alguns Mirtilos (blueberry) na tigela de água do cachorro pode incentivá-lo a beber mais enquanto faz seu lanchinho saudável. Além disso, um bônus que a fruta oferece, é que ela contem antioxidantes e isso é extremamente benéfico ao pet. Mas não confunda: não use uvas – elas são venenosas para os cães.

A maioria dos cães adora beber água de mangueira ou bebedouro automático. Bem, você sabe que na Petite Sofie você encontra os mais incríveis bebedouros para seu animal de estimação. Apenas tenha cuidado para não fornecer acesso descontrolado da água para seu cão. Se ele se empolgar, há também a possibilidade de intoxicação pelo excesso de água e isso pode ser mortal.

Muito provavelmente você tem uma caneca, uma xícara ou até mesmo um copo favorito, não é? Todos temos! 🙂 Às vezes nossos cães também tem. Então se possível, tente deixar três ou quatro tigelas diferentes em lugares diferentes pela casa. Use bebedouros de diferentes materiais, incluindo porcelana, inox, vidro para ver se seu cachorro vai ter alguma preferência.

Durante o verão, ou em climas quentes e secos, ofereça ao pet cubos de gelo. Essa pode ser uma maneira divertida e infalível para ele consumir mais água também.

Sinais de um cachorro desidratado

4. Pesagens semanais

A manutenção do peso do animal é importante para o controle da doença renal e garantir que o cachorro, ou gato, receba apenas a nutrição que necessita. Uma maneira simples de pesar o cachorro em casa é levantá-lo enquanto você está na balança. Depois em uma conta simples de matemática exclua seu peso.

Se ao longo do tempo você notar mudanças no peso do pet, isso pode ser sinal de que o medicamento administrado, ou a dieta que você está oferecendo, precisam de alteração. Consulte seu veterinário assim que perceber alteração do peso.

2 Tratamento veterinário para insuficiência renal em cães

O tratamento de suporte é uma ótima opção para ajudar o corpo do pet a reparar os danos da doença renal. Ela fornece ajuda adicional durante esse período de recuperação. Para casos de insuficiência renal total, não há remédio para efetiva cura. Então a única opção é o tratamento de suporte para minimizar os sintomas e retardar ao máximo a progressão da doença.

Terapia de fluidos subcutâneos

O primeiro passo é sempre fornecer os fluidos adequados. Uma vez que você tenha os fluidos intravenosos prescritos para uso, você não precisa ir sempre ao vet. Muitos veterinários ensinam os tutores a administrar os fluidos em casa mesmo, assim não há necessidade de visitas frequentes à clínica.

Transplante de rim

Os transplantes de rim em cães ou gatos são muito difíceis, já que os pets são propensos a rejeitar novos órgãos. As regras também são extremamente rígidas para o caso, já que é responsabilidade do proprietário do cachorro encontrar um doador. Muitos veterinários aceitam somente parentes próximos dos pets como doadores.

Da mesma forma que há a rejeição de um órgão, outras complicações podem ocorrer, como coágulos sanguíneos, infecção e lesões no ureter. O custo e o cuidado em longo prazo – incluindo medicação imunossupressora – por vezes excluir essa opção.

Conclusões

Infelizmente, a expectativa de vida de um cachorro, ou gato, com insuficiência renal não é otimista. No entanto, ao se dedicar em ser um(a) dono(a) proativo(a), você pode controlar a doença e, em muitos casos, proporcionar ao seu pet muitos anos de vida com qualidade. Ao procurar por tratamento médico, é importante discutir com o veterinário quais métodos de tratamento eles consideram viáveis especificamente para seu pet.

Com tantas causas potenciais de insuficiência renal em cães e gatos, a solução é simples. Ofereça ao seu pet, a vida mais saudável possível e não se incomode com o resto. Nenhum de nós está imune a fatores que estão fora de nosso controle, seja a genética ou até as toxinas ambientais.

Compartilhe essas informações com quem ama cães e gatos da mesma forma que nós: de verdade.

Fonte:
Top Dogs Tips

Chaises para pet: luxo e conforto para casa e animal de estimação

Sinônimo de conforto, as Chaises para pet são exclusiva oportunidade de desfrutar momentos relaxantes junto de seu cachorro ou gato. As Chaises artesanais para pet da Petite Sofie são conforto garantido para quem busca manter a décor da casa integrada com o espaço utilizado pelos pets. Elas são indispensáveis para uma sofisticada decoração. Confira mais detalhes neste post e faça a melhor escolha:

O que são as Chaises para o pet?

Elas são perfeitas para uso em áreas externas e varandas, mas também belíssimas para compor o espaço de sua sala ou quarto. Com assentos mais alongados, elas oferecem completo conforto ao pet, ao mesmo tempo que levam materiais premium para suportar variações de clima e intensa utilização.

Cama para cachorros grandes Chaise Pet Beinji
Chaise para pets grandes Beinji. Sofisticação e conforto ao seu pet em áreas externas

Tenho um pet e a Chaise artesanal da Petite Sofie parece ser perfeita para meu espaço. Mas como posso usar?

Se você tem um espaço para leitura em sua casa, ou mesmo para ficar em paz desconectado, a aposta em uma Chaise para seu pet lhe acompanhar é garantia de acerto. Conforme a disposição e o design dos móveis, se você tem gatos, a Chaise Serena e a Chaise Puck são escolhas certas. Já para cães pequenos, a Poltrona Chaise Zheus e a Chaise Sansão atendem.

Espaço delicioso e calmo para deixar um chaise pet petite sofie
Ambiente perfeito para figurar uma Chaise Pet da Petite Sofie.

O espaço de sua casa é amplo e você tem mais de um pet? A combinação de duas Chaises Elvis serve a dois cães pequenos e, usadas lado a lado, compõem uma décor elegante.

Escolha modelo que se adeque ao seu estilo de decoração! Não se engane, achando que a escolha da Chaise para seu pet tem “apenas” o conforto que você busca para ele. O design da cama/sofá deve ter total relação com o espaço do seu ambiente. Conheça os modelos que se diferem muito em estrutura e estofado para, além de agradar perfeitamente o pet, você tenha harmonia total com a décor de sua casa.

Enquanto tons neutros são ótimas alternativas para salas e ambientes discretos e clean, nuances mais fortes e vibrantes tendem a representar melhor ambientes com personalidade mais marcante.


[ Veja também: 5 Dicas de Arquitetura e Decoração para quem tem pets ]

Elas são resistentes para áreas externas?

As chaises para pet na Petite Sofie foram concebidas para servir em qualquer ambiente. Absolutamente qualquer ambiente. Seja na praia, na varanda, no entorno da piscina, seja no seu quarto ou também na sala. A composição das chaises para pet levam materiais de primeira qualidade. Confira:

  • Corda náutica
    » Feita em Polipropileno (durabilidade superior a 5 anos)
    » Fácil para limpar (sabão neutro e esponja macia)
    » Qualidade e segurança garantidas (as cordas são testadas em laboratório)
    » Proteção total à exposição ao Sol e chuva
    » Perfeito para varandas e áreas externas
    » Categoria 8 na escala de solidez a luz e intempéries (a mais alta escala de avaliação de qualidade)

  • Fibra sintética Premium
    » Alta resistência
    » Suavidade ao toque
    » Aditivada com elemento Anti UV. Garantia de solidez do produto perante intempéries, atenuando sua degradação pela ação do tempo.
    » Anti-ácaros / Antifungos
    » Resistência à água da piscina
    » Resina antioxidante

  • Alumínio Premium
    » Pintura eletrostática / polimento
    » Integridade estrutural. Termicamente tratado
    » 100% reciclável e não tóxico
    » Antiferrugem
    » Estruturas T4 e T5: baixo peso proporciona facilidade para movimentar
    »Inerte à maioria dos agentes químicos
    » Resistência à água de piscina / terra / orla marítima
    » Alta resistência a intempéries e raios UV

  • Espuma de alta densidade
    » Poliuretano premium com certificação ISO9001
    » Conforto e durabilidade garantidos para uso prolongado
    » Molde automatizado de alta precisão
    » Fabricação alinhada às normas da ABNT
    » Mantém forma original com grande eficiência
    » Produz efeito de amortecimento, para maior conforto
    » Retorna ao aspecto original quando o peso é retirado de sua superfície

[ Veja também: Roupa de Tricô Pet: desenhos especiais para raças ]

Guia completo: Calendário de vacinação para filhotes (cachorros até 1 ano)

Depois de trazer aquele bebê fofo peludo pra casa, você já deve saber que ele vai depender de você, bom, pra tudo! Os primeiros cuidados, a escolha da ração, atenção, brincadeiras e brinquedos seguros… enfim, um lar confortável e adequado para seu cachorro filhote. Isso também inclui atenção ao calendário de vacinação do cachorro no seu primeiro ano de vida.

Quais vacinas os filhotes de cachorro precisam?

Pode parecer um pouco inconveniente ir ao veterinário por tantas vezes nos primeiros meses de vida do seu cachorro. Mas as doenças, das quais as vacinas os vão proteger seu filhote, muitas vezes podem ser perigosas e fatais.

Acabamos lendo tanto sobre vacinas e doenças diferentes para os cachorrinhos, que às vezes podemos cair em confusão sobre quais são importantes, mas opcionais. Confira na sequência então uma visão geral das doenças cujas vacinas ajudarão seu pet a evitar.

Cronograma de vacinação de filhotes

É importante deixar já esclarecido que não existe apenas um esquema de vacinação para todos os cães. Fatores geográficos e de risco individual do pet devem ser considerados. Alguns cachorros precisam de todas as vacinas. Mas essa é uma decisão que você toma junto de seu veterinário.

Uma vez isso colocado, segue uma diretriz geralmente aceita para vacinar seu cachorro dentro do primeiro ano de vida dele:

[table id=22 /]

Sem = Semanas
* O adenovírus canino tipo 2 (CAV-2), respiratório, confere proteção cruzada contra o adenovírus canino tipo 1, causador da hepatite infecciosa canina ** conforme legislação vigente


[ Veja também: Como combater a ansiedade nos cães ]

Vacinar seu cachorro é um ato de amor e responsabilidade

Bordetella Bronchiseptica

A infecção pela bordetella bronchiseptica causa ataques graves de tosse, convulsão, vômito e, em casos raros, a morte. É a principal causa da chamada “tosse do canil”. Existem vacinas injetáveis e spray nasal para tratamento da doença.

Importante ficar alerta se você:

Situações como as descritas podem exigir a vacinação contra a bordetella bronchiseptica.

Tosse de canil

Também conhecida como traqueobronquite infecciosa, a tosse do canil resulta da inflamação das vias aéreas superiores. Pode ser causada por infecções bacterianas, virais ou outras, como Bordetella, citada acima, e parainfluenza canina. Geralmente ela envolve várias infecções simultaneamente. A doença é leve, causa crises de tosse seca e forte no cachorro. Às vezes é grave o suficiente para provocar náuseas e engasgos, junto com uma perda de apetite. Em casos raros, pode ser mortal. É facilmente disseminado entre cães mantidos juntos, razão pela qual passa rapidamente pelos canis. Os antibióticos geralmente não são necessários, exceto em casos crônicos graves. Supressores de tosse podem deixar um cão mais confortável.

Cinomose canina (CDV)

Essa é uma doença grave e contagiosa causada por um vírus. Ele ataca sistemas respiratório, gastrointestinal e nervoso nos cães. A cinomose se espalha pelo ar, quando seu filhote entra em contato com o vírus por meio de tosse/espirro de animal infectado. Outra maneira de transmissão se dá por meio de comedouros/bebedouros compartilhados.

Causa no cachorro secreções nos olhos e nariz, febre, tosse, vômito, diarreia, convulsões, espasmos, paralisia e muitas vezes, a morte. Essa doença costuma ser identificada rapidamente com o endurecimento das “almofadinhas” das patas dos cães.

Infelizmente não há cura para a cinomose. O tratamento consiste em cuidados frequentes de suporte a esforços, para prevenir infecções secundárias e controle de vômitos e convulsões. Se o cachorrinho sobreviver aos sintomas, espera-se que o seu próprio sistema imunológico lide com a doença, mas cães infectados podem espalhar o vírus por meses.


[ Veja também: Campanha reinvidica que pets viajem nas cabines com os donos ]

Hepatite canina

A hepatite infecciosa canina é uma infecção viral altamente contagiosa que afeta fígado, rins, baço, pulmões e olhos do cachorro afetado. A hepatite canina é causada por vírus que não tem qualquer relação com a forma humana da doença.

Os sintomas variam entre uma febre ligeira e congestão das mucosas a vômitos, icterícia e dores abdominais. Muitos cães podem superar a forma leve da doença, mas se grave, ela pode matar. Não há cura, mas os veterinários podem tratar dos sintomas.

Coronavírus canino

O coronavírus canino não é o mesmo vírus que causa COVID-19 nas pessoas. O “nosso” COVID-19 não é considerado ameaça à saúde dos cães e, até o momento, não há evidências de que os deixe doentes.

Já o coronavírus canino afeta geralmente o sistema gastrointestinal dos cachorros, embora possa também causar infecções respiratórias. Os sinais da doença podem ser perda de apetite, vômitos e diarreia. Não há cura para o coronavírus canino, mas com boa hidratação, conforto e cuidado, pode-se ajudar o pet na diminuição das náuseas.

Dirofilariose em cães

Quando seu cachorro estiver entre 12 e 16 semanas de vida, converse com seu veterinário para iniciar preventivo contra a dirofilariose. Mesmo ainda sem vacina para essa doença, ela pode ser prevenida com medicação regular.

A dirofilariose é consequência de vermes que se alojam no lado direito do coração e nas artérias pulmonares. Embora possam aparecer pelo resto do corpo do animal, às vezes podem aparecer em fígado e rins. Os vermes chegam a 35cm e, se agrupados, bloqueiam circulação e ferem os órgãos.

A doença em estágio inicial pode não apresentar sintomas, mas em cães com estágios avançados podem tossir, ficar letárgicos, perderem apetite e até ter dificuldades para respirar. Cachorros doentes podem apresentar cansaço após exercícios leves. Diferente da maioria das doenças apresentadas neste guia, a dirofilariose é transmitida por mosquitos. Dessa forma, o diagnóstico é feito por exame de sangue e não por exame fecal do animal.

Leptospirose

Ao contrário da maioria das doenças desta lista, a leptospirose é causada por bactérias e pode ser encontrada em todo lugar, seja no solo seja na água. Ela é uma doença zoonótica, ou seja, pode ser transmitida de animais para pessoas. Alguns cães podem não apresentar sintomas, mas quando aparecem, incluem febre, vômito, dor abdominal, diarreia, perda de apetite, fraqueza severa e letargia. Os cães também podem sofrer com infertilidade e insuficiência renal, junto ou não, de insuficiência hepática.

Antibióticos são eficazes, então quanto mais cedo administrados, melhor para recuperação do cachorro.

Doença de Lyme

Conhecida também por borreliose canina, a Doença de Lyme não apresenta sintomas reveladores nos cães. Essa é uma doença infecciosa transmitida por carrapatos e causada por um tipo de bactéria chamada espiroqueta. O cachorro infectado geralmente começa a mancar, seus gânglios linfáticos aumentam, sua temperatura aumenta e ele para de comer.

A doença pode acometer coração, rins e articulações, entre outros órgãos e levar a distúrbios neurológicos caso não tratada. Se diagnosticada rapidamente, um curso de antibióticos é extremamente útil, embora as recaídas possam ocorrer meses – ou até anos – depois.

Parvovírus

A parvovirose canina pode afetar todos os cães, mas cachorros não vacinados com menos de 4 meses de idade correm risco maior em contrair a doença. O vírus ataca o sistema gastrointestinal e provoca perda de apetite, vômito, febre e de maneira mais marcante, diarreia intensa com sangue. A desidratação extrema pode matar rapidamente um cachorro dentro de 48h, então a atenção deve ser imediata à identificação dos sintomas. Não há cura para a doença, então é preciso manter o cachorro muito hidratado e manter atenção e controle a sintomas secundários. O próprio sistema imunológico do pet bem assistido vencerá a doença.

Raiva

A raiva é uma doença viral que invade o sistema nervoso central do cachorro. Ela causa dor de cabeça, ansiedade, alucinações, medo de água, paralisia e a mais notável característica sintomática da doença: salivação excessiva do animal. A doença é transmitida através da mordida de um animal infectado.

É fundamental que o tratamento seja iniciado em poucas horas após a infecção, senão o risco de morte é bastante provável. A vacina antirrábica é essencial ao seu cachorro. Ela é administrada em dose única após 12 meses de vida do pet.

Atenção para o calendário vacinal de seu cachorro. Prevenir é mais barato que remediar e evita sofrimentos.

Vacinas para cães adultos

As opiniões sobre vacinação do cão adulto todos os anos são controversas. Alguns veterinários acham que a aplicação de muitas vacinas em cachorros já adultos podem representar até risco à saúde deles. Outro discordam, dizendo que as vacinações anuais são o que mantém o cachorro longe de doenças perigosas como a cinomose. Converse com o seu veterinário para entender qual protocolo de vacinação será melhor pra você e seu cachorrinho.

Alguns tutores preferem testes de titulação antes de optar por vacinas anuais. Os testes de titulação conferem os níveis de imunidade do cachorro. Isso pode determinar quais vacinas são necessárias. Exceção importante: vacina contra a raiva.


E você sabe, todo cuidado vale a pena. Seu cachorro vai lhe retribuir com todo esse amor que você já conhece ao longo de toda sua vida. O primeiro ano de sua vida é mais crítico, mas também uma época muito divertida e emocionante para vocês dois. Ao passo que seu doguinho cresce, um maravilhoso vínculo de amor também vai crescer e se fortalecer.


Compartilhe conosco nos comentários abaixo sua experiência com seu cachorro.
Esperamos que as informações acima lhe ajudem! 🙂

Fonte:
AKC.org

Finalmente uma escova “tira pelos” pet que funciona!

Se você é pai ou mãe de pet sabe bem como é difícil ter um produto que tira pelos do pet casa afora. Os removedores existentes por aí geralmente não dão conta do recado. Só que o que viemos apresentar pra você aqui é justamente uma solução completa para a remoção de pelos do pet.

  • Luva True Touch:
    Retira os pelos mortos de forma rápida e eficiente enquanto você acaricia o pet.
  • Escovas Fur Wizard Hurricane:
    Um kit de duas escovas que tiram pelos de móveis estofados, carpetes, roupas, banco de carro, travesseiros e onde mais você encontrar pelos perdidos pela casa 🙂

[ Veja também: Duas críticas opostas sobre FURminator ]


Luva Removedora de Pelos Mortos True Touch

A Luva True Touch é toda em tecido, que veste com conforto a mão e permite total movimento. Em sua palma, uma camada siliconada com cravos é responsável pelo serviço. E qual é o serviço?

A retirada de pelos mortos do pet de maneira rápida, confortável e afável ao pet. Enquanto você acaricia o animal, os pelos que já estão mortos são grudados literalmente na luva.

Conforme você realiza o movimento e a energia estática fica responsável por agrupar os pelos mortos do pet, o efeito na luva é de uma espécie de manta de pelos que você retira muito facilmente puxando em uma ponta.

Luva True Touch para tirar pelos
Confortável para usar e eficiente para tirar pelos mortos do pet, que nem vai se incomodar com a massagem! 🙂

A Luva True Touch é feita para ser usada com a mão direita e tem cravos na palma da mão, mas também em cada um dos 5 dedos, permitindo que você massageie com firmeza enquanto os pelos se acumulam entre os cravos.

Benefícios da Luva Tira Pelos True Touch

  • Uma vez que você retira os pelos mortos do pet, diminuem as quedas de pelo pela casa;
  • Especialmente para os gatos, a diminuição da ingestão de pelos e consequente diminuição da geração das “bolas de pelo” vomitadas;
  • Ambiente mais agradável com menos pelos.

[ Veja também: Onicotomia – Nunca faça isso com seu gato! ]

Escovas Removedoras de Pelo Fur Wizard Hurricane

A Escova Removedora Hurricane é uma solução simples e muito eficaz para tirar pelos em superfícies. Basta deslizar sobre o local a ser limpo que todos os pelos grudam no material. Nada novo para um produto que preza por essa solução, certo?

A diferença é que o Fur Wizard Hurricane vem com uma base onde você realiza a limpeza da escova. Dessa maneira você a reutiliza para sempre sem necessidade de “repor a fita” 🙂

Basta passar a escova em uma direção para tirar os pelos. Depois a base limpa a escova!

O segredo desse incrível produto está em suas micro-cerdas que agarram os pelos soltos nos locais e os seguram na escova. Essa é a simplesmente a melhor escova removedora para tirar pelos de móveis, roupas, assentos de carros e qualquer outra superfície revestida de tecido.

Sensacional, não é? O kit com essa solução completa está na Petite Sofie por apenas R$129,90 clicando aqui.


“Márcia, vem aqui, você precisa ver isso!”

via GIPHY

Fonte:
Da redação

Bolsa Sling Pet: vantagens e desvantagens

A bolsa sling pet é a versão para cachorros daquela famosa “bolsa canguru”, que as mães adoram levar seus bebês. A proposta é semelhante, mas quais as vantagens e desvantagens de usar a Bolsa Sling Pet para passear com cachorro ou gato? Confira:

A bolsa sling surge com a proposta simples: levar o pet junto do seu corpo, de maneira confortável – para ele e para você – em lugares onde a circulação do animal não é permitida. Sejam mercados, shoppings ou até em passeios pela cidade.

Sling para cachorro

Vantagens da Bolsa Sling

  • Permite passear com o pet em locais onde a circulação do animal é proibida;
  • Pode ser usada no carro, envolvendo a bolsa no encosto do banco;
  • Libera suas mãos. Até andar de bicicleta com o pet é possível;
  • É leve, o tecido é macio e vem com bolso e travas de segurança.

Desvantagens da Bolsa Sling

  • Não é aceita em cias aéreas;
  • Inadequada para usar com cães médios ou grandes;
  • Em dias muito quentes, pode se tornar desconfortável após muito tempo de uso.

Restrições: o pet precisa ter até 7kg

Em razão da estrutura e maneira como a bolsa deve ser utilizada, cães mais pesados simplesmente não são possíveis de serem carregados em uma bolsa sling. Para que você possa permanecer o tempo todo com as mãos livres, em movimento e com o pet seguro, é imprescindível que o animal tenho no máximo 7kg de peso.

Para cães maiores, a indicação é a utilização de bolsas, ou caixas, de transporte mais reforçadas, mas que exigem mais fisicamente de quem os levar 🙂

[ Veja também: 11 Dicas para Viajar de Carro com o Pet ]


Sling pet de tamanho fixo, mas dupla-face

O design de uma bolsa sling pet, que exige regulagem, precisa contar com acessórios como Argolas ou Fechos como mostraremos abaixo. Já se você tem medidas que estão entre a média de altura dos brasileiros (entre 1,60m e 1,70m), não há necessidade de ajustes de tamanho.

Design simples e confortável em cores que combinam com você.

Por isso há o modelo mais simples – sem ajuste de tamanho – mas que pode ser utilizada “frente/verso”. Esta bolsa sling pet vem com a trava de segurança e é tão macia e gostosa de usar quanto as outras. Talvez seja ainda mais positivo o fato de você não ter fecho ou argola na altura do ombro, já que permite que nenhum desses acessórios possa incomodar em contato com o braço. Ela tem 75cm de comprimento e 45cm de largura.


Tamanho da bolsa sling: e se sou baixinha demais? Ou alta demais?

Dentro das suas características marcantes, as Bolsas Slings para levar animais de estimação podem ter diferentes detalhes. Um deles é permitir – ou não – o ajuste no tamanho.

No fim dessa matéria, você vê as opções da Petite Sofie para slings que vão de 70cm a 92cm de comprimento, podendo – assim – serem utilizadas tanto por pessoas de 1,50m como de 1,90m.

O ajuste da Bolsa Sling por argolas é simples e bastante eficaz.
As opções de bolsa sling ajustável por fecho são práticas e simples de usar.

Sling pet ajustável e com bolso extra

Além do pet você deseja levar algo a mais com você? Seja carteira, celular ou até uma garrafa d’água, esse modelo – ajustável no tamanho por argola- tem uma bolsa anexo maior que os outros modelos.

Também como nos outros modelos, esse leva uma trava de segurança para você passear com a tranquilidade de ter o pet fixo na bolsa, mas sem prender os movimentos dele.

O bolso extra é anexado à bolsa e possui excelente espaço e botões para fechamento em segurança
Ajustável com argolas e em combinação linda de azul com rosa.
Feita e perfeita para seu próximo passeio junto do seu pet.

Sling pet ajustável com tela protetora extra

Em tecido macio que simula o Jeans, essa linda bolsa vem com a trava de segurança, um pequeno bolso para você levar o celular, mas o diferencial é a tela de proteção extra.

Por que extra? Porque além da trava de segurança, a área onde o pet fica é cercada por uma tela protetiva ajustável por cadarço. essa pode ser uma saída ainda mais segura para o caso de você passear de bicicleta com seu cachorro. Sempre com muito conforto e segurança.

Ajuste por fecho. Fácil e prático para sua bolsa sling
Leve seu celular de maneira adequada e segura no bolso anexo.
Design sóbrio e elegante em tecido macio que imita o Jeans
A escolha certa para uma Bolsa Sling para cachorro.

Resumo das opções

Confira a seguir um agrupamento rápido e sintético das informações desse post. Você pode clicar nas imagens a seguir para ver todos os detalhes e comprar com segurança no site:

[ Veja também: Campanha reinvidica que pets apenas viagem nas cabines com seus donos ]

Você já usou uma bolsa sling para passear com seu pet? Compartilhe sua experiência com a gente nos comentários abaixo.

Alguma dúvida se essa bolsa é adequada para você e seu pet? Compartilhe sua dúvida com a gente nos comentários abaixo. Estamos aqui para ajudar você!

Fonte:
Da redação

Campanha reivindica que pets viajem nas cabines com os donos

“Não somos bagagem, somos seres vivos!” Depois de conhecer casos de animais que perderam a vida no transporte aéreo, a gata Angel – que viaja com a família na cabine – busca garantir que todos possam voar com seus donos em condições dignas.

Quando têm que viajar com seus pets, uma das maiores preocupações dos amantes dos animais, são as condições em que eles são transportados até o destino. Embora existam alguns pets – como cães-guia – que podem viajar junto da cabine, a maioria dos nossos bichinhos de estimação deve ir para a área de carga ao lado da bagagem.

Por vezes os pets não resistem às viagens junto das bagagens e acabam perdendo suas vidas

Essa condição tem oferecido sérias consequências para eles, que vão desde o enorme estresse que sofrem ao viajar no escuro e com o barulho das turbinas, até a morte em alguns casos. Foi o que aconteceu, por exemplo, com um cão Husky em 2018, que, enquanto viajava no porão de carga, ficou sem oxigênio após não ter sido posicionado adequadamente durante um vôo de mais de 10 horas.

[ Veja também: Estudo comprova: “Cachorro também é gente”. Entenda ]

Uma campanha de sucesso nas redes sociais

Para evitar situações como essa, onde animais de estimação perdem a vida em razão do frio ou até mesmo por serem esmagados por outras bagagens, nasceu a campanha: “Não somos bagagem, somos seres vivos”, promovida pela linda gatinha Angel.

Angel junto de seus donos. Acompanhe ela no Instagram: @angelbengal

[ Veja também: Como combater ansiedade do seu pet ]

Angel é uma celebridade no Instagram, onde tem mais de 155k de seguidores. Muito provavelmente em razão da sua influência, é que a campanha tenha tido o peso necessário para avançar.

Foi por meio de uma extensa postagem no IG, que alinda gatinha Bengal Angel de 7kg explicou a situação dos animais ao serem colocados junto às bagagens nos aviões:

Não sou bagagem, sou uma passageira! Dois gatos morreram recentemente e um foi congelado durante o voo da @aeroflot de Nova York. E esse não é um problema exclusivo da Aeroflot, mas um grande problema para as companhias aéreas em geral. Quantos pets mais precisam morrer durante voos para que as cias aéreas mudem suas regras de transporte de animais?

Eles são congelados, queimados ou feridos até a morte. Eles são transportados juntos das bagagens comuns e às vezes são mantidos do lado de fora por horas, não importando se está muito quente ou muito frio. Isso é terrível!

O dono da Angel escreveu

Angel é uma viajante frequente e tem sorte de voar sempre na cabine, já que é pequena. Mas por que outros animais, com peso superior a apenas 8kg, são tratados como sacos de carga? Por favor, compartilhe essa informação para que as companhias aéreas sejam alertadas e alterem suas regras de transporte de animais. Eles devem ser tratados como passageiros!

Porque eles não são bagagem, são passageiros como você e eu.

Termina o post

Veja a postagem original a seguir e compartilhe em suas redes!

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“I’m not luggage, I’m a passenger!” 💔✈️ Recently two cats died and one was frozen during @aeroflot flight from NYC. Airport employees killed them by crushing their carriers and treating them like luggage. And it’s not only Aeroflot problem but a big problem of all airlines in general. How many more animals have to die during cargo flights so airlines change transportation rules for them? They are either frozen or fried to death or get injuries. The carriers are transported together with other bags and sometimes are kept outside for hours no matter if it’s too hot or too cold. It’s just so wrong. Angel is a frequent traveler but she’s is lucky to fly in the cabin because she’s small. But why other animals who weigh over 8kg are treated like bags in the cargo? I want to ask you to share this information to make all airlines aware and make them change animal transportation rules! They must treat them like passengers! Because our furry friends are not luggage they are passengers just like you and me ❤️ 𝐏.𝐒. 𝐓𝐡𝐢𝐬 𝐩𝐡𝐨𝐭𝐨 𝐨𝐟 𝐀𝐧𝐠𝐞𝐥 𝐰𝐚𝐬 𝐦𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐮𝐫𝐢𝐧𝐠 𝐨𝐮𝐫 @𝐟𝐞𝐞𝐥𝐟𝐢𝐧𝐧𝐚𝐢𝐫 𝐟𝐥𝐢𝐠𝐡𝐭 🤗❤️ 𝐀𝐧𝐠𝐞𝐥 𝐭𝐫𝐚𝐯𝐞𝐥𝐞𝐝 𝐢𝐧 𝐜𝐚𝐛𝐢𝐧 𝐰𝐢𝐭𝐡 𝐯𝐞𝐫𝐲 𝐟𝐫𝐢𝐞𝐧𝐝𝐥𝐲 𝐜𝐫𝐞𝐰 👩🏻‍✈️🧑🏻‍✈️✈️😍 #imNotLuggage #imNotBaggage #янечемодан #янечемоданяпассажир #янебагаж

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Vai viajar com o pet?
Veja aqui orientações para escolher o tipo de bolsa adequada ao seu pet.

Pets viajar na cabine: por que não em todas as cias aéreas?

Além do compartilhamento massivo dessa publicação, em razão da repercussão, várias páginas foram criadas para assinar petições para fortalecer a campanha de apoiar o transporte de pets na cabine dos aviões, junto com seus donos.

Embora já existam cias aéreas que permitam que animais possam viajar na cabine, a intenção da campanha é de uma regulação universal em que animais sejam tratados como seres vivos (veja só!) e não como apenas mais uma carga na área de bagagens dos aviões.

Nós achamos que eles merecem é UM ASSENTO NO AVIÃO!

E você, o que acha?

Fonte:
Upsocl

Como combater a ansiedade nos cães: causas comuns e soluções possíveis

Segundo os estudiosos do comportamento animal, até 40% dos cães sofrem de ansiedade de separação. Outras formas de ansiedade canina também podem afetar os cães, e isso deixa seus donos muito perdidos de como ajudá-los.

Na realidade, muitos donos de cães simplesmente não estão preparados para lidar com o comportamento de seus animais de estimação quando estes se sentem ansiosos. Seu pet pode uivar, chorar, reclamar e latir constantemente ou até começar a destruir a casa para lidar com o que está sentindo.

Saber ajudar é ainda mais difícil, já que são várias as formas de ansiedade nos cães. Uma melhor compreensão de todas as diferentes formas de ansiedade canina pode ajudar. Siga com a leitura deste post e aprenda a identificar a causa da ansiedade do seu dog. Só então comece a mirar em uma solução.

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Sintomas de Ansiedade Canina

Embora já mencionado que existem vários tipos de ansiedade canina, todos compartilham de sintomas semelhantes.

Cães com ansiedade podem:

  • Andar vacilante, pra frente e para trás;
  • Girar em círculos ou correr atrás do rabo constantemente;
  • Babar e tremer;
  • Apresentar dificuldade para respirar;
  • Uivar e latir incessantemente;
  • Se esconder de tudo e de todos;
  • Roer móveis e outras coisas;
  • Arranhar o piso ou portas;
  • Correr com barulhos altos;
  • Evitar de certos objetos;
  • Exibir comportamento agressivo, como rosnar ou morder.

Em um esforço para lidar com seus sentimentos de ansiedade, os cães também podem se mostrar deslocados. Eles podem se coçar muito ou bocejar constantemente, em uma busca para mudar o que estão sentindo no momento. Eles também podem ficar farejando o chão ou correr de janela em janela tentando se distrair.

Os sintomas da ansiedade variam consideravelmente de cão para cão e dependem das causas primárias. Por exemplo, fugir de barulhos altos e evitar certos objetos pode indicar uma raiz de ansiedade relacionada ao medo e não a outros tipos.

Buscar a raiz do problema é essencial para ajudar a resolver a ansiedade dos cães. Compreendendo o que causa a angústia, os donos de cães podem finalmente encontrar maneira de aliviar a ansiedade dos cães e acabar completamente com os sintomas que eles apresentam.


 

Ansiedade em cães: Destruição
Entre os sintomas de ansiedade nos cães está a destruição de móveis

Ansiedade relacionada ao medo

Com a ansiedade relacionada ao medo, os cães costumam agir nervosos em situações específicas ou em torno de determinados objetos.

Eles exibem apenas os sintomas de ansiedade só nessas circunstâncias particulares e agem de maneira completamente normal no restante dos momentos.

A ansiedade nos cães, relacionadas ao medo, pode surgir durante:

  • Tempestades;
  • Shows de fogos de artifício;
  • Passeios de carro;
  • Visitas a lugares totalmente novos;
  • Descoberta de objetos estranhos.

Quase qualquer coisa pode provocar medo nos cães, especialmente se eles não foram previamente acostumados à situação ou item em questão. Exemplo: alguns cães reagem com extremo medo ao simplesmente ver sacos de plástico sacudindo ao vento, fazendo com que eles se tornem cada vez mais medrosos com esse objeto.

Os donos dos cães devem identificar a causa exata dos medos de seus pets para ter chance de reduzir ou eliminar totalmente suas ansiedades. Sem esse diagnóstico, fica muito mais difícil ajuda-los a resolver o problema.

Causas da ansiedade por medo

Um pouco de medo e cautela é normal e saudável, já que os cães encontrarão novas situações ao longo da vida. Seus tutores precisam trabalhar com paciência e gentileza com seus cães para evitar que os níveis mais elevados de medo se instaurem. Enquanto isso, é importante que não tratem os cachorros com excesso de preocupação, dessa forma, o cachorro capta essas emoções e reforça seus medos.

A ansiedade canina relacionada ao medo também pode começar em resposta a uma situação angustiante. Os cães precisam reservar um tempo para investigar o espaço ou o item diante deles para lidar com seus medos de maneira saudável. Se forem forçados a atravessar determinada área desconhecida antes que tenham decidido fazer, seus medos podem piorar e se agravar, causando a ansiedade em novas situações semelhantes.

Ansiedade em cães: Medo
Lide com segurança com seu cachorro. É muito importante para ele, sentir confiança em você.

Genética

Qualquer raça de cachorro pode desenvolver ansiedade, embora alguns apresentem um risco maior se deixados por conta própria com muita frequência. Border Collies, Galgos e raças semelhantes, por exemplo, tendem a ser cautelosos com novas situações e a desenvolver ansiedade baseada no medo. Qualquer treinamento ou condicionamento não reverterá essa predisposição do cachorro para ser medroso. Seus donos só podem procurar atenuar os efeitos e ajudar o cão a encarar as novidades da vida com curiosidade, em vez de medo.

Educação

A maneira como os cães são criados durante a infância e depois também afetam seu potencial para desenvolver a ansiedade baseada no medo. Os filhotes precisam ser socializados e levados ao mundo com frequência para que desenvolvam postura calma para novas situações. Privá-los de novas experiências e interações sociais antes das 14 semanas de idade pode deixá-los com medo de tudo que a vida apresentar.

Mesmo cães com tendência genética a ter medo, ou não terem a melhor educação, podem superar seus medos com a ajuda de seus donos. É necessário, portanto, que você identifique a causa exata da angústia do seu animal de estimação para então dirigir às soluções certas.

Para isso, observe como o cão se comporta em diferentes situações e faça uma lista das coisas que você percebe que desencadeiam uma resposta ansiosa. Em seguida, tente encontrar pontos em comum entre os itens da lista e identifique o caminho para a melhor solução.

Soluções

Existem muitas soluções para eliminar os medos do seu cachorro e, então, reduzir a ansiedade baseada no medo. Nem todas elas funcionarão para todos os cães; portanto, serão necessárias algumas “tentativas e erros” até encontrar a medida certa. Antes de começar, é importante entender o que não fazer ao lidar com um cachorro com medo.

Por exemplo, nunca:

  • Dê conforto ao pet demonstrando sinais de medo. Isso só servirá para afirmar a ansiedade canina;
  • Force o cachorro a encontrar um objeto ou a enfrentar lugar ou situação que cause medo;
  • Oprima um cão estressado, forçando-o a trabalhar seus medos naquele momento.

Em vez disso, prepare os cães para aprender sobre o mundo e enfrentar seus medos com sucesso. Certifique-se de entender com o máximo de precisão os níveis de estresse do cachorro a cada sessão de treinamento. Por exemplo, para manter o envolvimento sempre positivo. Além disso, procure sempre terminar com uma recompensa generosa (leia-se petiscos) e carinho honestamente feliz por um trabalho bem feito.

Exercícios de exposição controlada

Para lidar com a ansiedade canina relacionada ao medo, os exercícios de exposição geralmente funcionam muito bem. Sempre esteja em um ambiente controlado. Isso permite que o cão treine sem distrações e ajuda a impedir que qualquer gatilho atrapalhe o treinamento, podendo prejudicar todo o progresso.

Para concluir os exercícios de exposição direcionadas, comece com os os provocadores de estresse “mais leves” e, em seguida, trabalhe até os mais desafiadores. Por exemplo, se o cachorro tiver um pouco de medo de carrinhos de bebê, coloque um carrinho vazio do outro lado da sala e convide-o a dar uma olhada. Não aproxime o objeto nem faça com que ele mude de posição.

À medida que a linguagem corporal do seu cão relaxa e ele se aproxima do carrinho por conta própria, elogie e dê petiscos. Caso ele não se aproxime, mova lentamente o carrinho alguns centímetros mais perto, levando seus níveis de conforto ao limite, mas sem sobrecarrega-lo.

Mantenha essas sessões de treinamento curtas, parando entre 5 a 10 minutos por vez. Termine sempre exaltando o esforço do cachorro com entusiasmo honesto para que esse momento fique associado a bons sentimentos. Isso ajudará o cachorro a entender os momentos de treinamento com confiança e entusiasmo, substituindo progressivamente o sentimento de medo que nutria antes.

Passeios em ambiente livre

Quando seu cachorro parar de mostrar reações de medo à situação ou ao objeto em questão, o próximo estágio de treinamento fica em torno de saídas para reforçar o aprendido anteriormente em ambiente controlado. O ideal seria que os passeios deem ao pet a chance de encontrar seus gatilhos de estresse em um ambiente descontrolado.

Leve esse processo tão devagar quanto antes, como se nenhum progresso tivesse sido alcançado. Se possível, apenas siga a orientação do seu cachorro em farejar objetos ou conhecer novas áreas, fornecendo suporte e controle ao longo do passeio. Não esqueça dos elogios e petiscos à medida que o cão reaja calmamente aos estímulos. Como já mencionado, isso sempre ajuda a reforçar os sentimentos positivos e mantém o medo sob controle.

Repita os exercícios de exposição e passeios em ambiente livre para cada situação ou objeto angustiante para efetivamente desmontar todos os medos instalados no cão e criar sólida confiança.


 

Ansiedade em cães: Separação
Essa cena de cortar o coração você já deve ter visto.. sintoma da “ansiedade de separação”, muito comum em nossos pets.

Ansiedade da separação

Por volta de 40% dos cachorros de estimação tem ansiedade de separação. Há uma grande chance de seu próprio pet ter esse problema. A ansiedade de separação ocorre toda vez que o cão é deixado sozinho em casa, carro ou outro local – não apenas ocasionalmente.

As reações por serem deixados sozinhos é geralmente bastante dramática. Os cachorros podem:

  • Latir e uivar sem sequer parar para respirar;
  • Rasgar sofás, quebrar pedaços de móveis usando dentes e garras;
  • Fazer necessidades por toda casa, quando normalmente não o fariam;
  • Babar e correr pela casa criando bagunça por onde passar.

O treinamento de arrombamento raramente ajuda, pois cães com ansiedade de separação vão fazer de tudo para sair, ignorando a dor até mesmo se se machucarem.

Como os cães são muito inteligentes, eles podem até começar esses comportamentos à medida que percebem que seus donos começam a se preparar para sair. O tutor, vestindo uma jaqueta ou pegando as chaves do carro, por exemplo, pode desencadear a ansiedade canina e deflagrar o início dos comportamentos.

Causas da Ansiedade de Separação

Os cães podem desenvolver ansiedade de separação por vários motivos e, alguns, geralmente estão fora do controle de seus donos. Ao perceber por que seu cão está ansioso, você pode entender melhor o que precisa fazer para ajudá-lo com uma solução.

A seguir, as causas mais comuns de ansiedade de separação em cães:

Abandono

Cães abandonados, especialmente ao serem levados a abrigos, eles experimentam o triste sentimento de descarte. Quando acontece, os cães podem tentar desesperadamente impedir que essa situação aconteça novamente, mantendo-se sempre ao lado do dono.

Ao serem deixados sozinhos, eles podem sentir que estão sendo abandonados de novo, fazendo com que reajam conforme sua ansiedade vai piorando. Como resultado, podem desenvolver comportamentos destrutivos. Esse comportamento é uma “válvula de escape” que ajuda o cachorro a lidar com os sentimentos fortes da ansiedade e ocupa seu tempo até que seus donos voltem pra casa e esse mal estar passe.

Alterações e mudanças domésticas

Mudanças domésticas, como um divórcio, um novo bebê ou uma mudança de cidade, também podem fazer com que os cães desenvolvam ansiedade de separação. Grandes mudanças geralmente resultam em reviravoltas que os cães não compreendem. Em consequência, seus níveis de estresse e ansiedade aumentam e os deixam incapazes de lidar adequadamente com as mudanças.

Os cães podem reagir às mudanças domésticas ficando pegajosos, desejando ficar sempre ao lado de seus donos. Quando todos saem para o trabalho ou escola, o cachorro não tem certeza se essa mudança é permanente ou não, deixando-os estressados. Para lidar com isso, provavelmente começarão a destruir calçados, móveis ou exibir comportamentos agressivo até que todos voltem para casa.

Falta de exercício físico

De acordo com um estudo sobre o comportamento canino, a falta de atividade física também pode contribuir para o desenvolvimento da ansiedade de separação. Os comportamentos ansiosos podem surgir em cães que têm muita energia reprimida e não têm como a expulsar. Eles podem parecer frenéticos para seus donos chegarem em casa porque precisam sair e brincar ou ter algo pra fazer.

A menos que façam o exercício que precisam, esses cães podem começar a inventar suas próprias atividades, que em geral são bastante destrutivas. Também podem se jogar loucamente sobre os membros da família quando entrarem pela porta, na esperança de ter a chance de sair pra correr e brincar. Esses comportamentos geralmente acabam mal, a menos que sejam rapidamente resolvidos. Em longo prazo, causam problemas adicionais à saúde do animal.

Identificar a causa da ansiedade de separação nos cachorros é interessante, mas não significa que é necessário para a solução do problema. Não importando a causa, você precisa seguir os mesmos passos para ajudar seu pet a superar esse problema.

Soluções

Antes de trabalhar na própria ansiedade de separação, verifique se o cão está fazendo exercícios suficientes todos os dias. Dependendo da raça, porte e nível de atividade, os cães precisam entre 30 minutos e duas horas de atividade física por dia para se manterem felizes e saudáveis. Cães pequenos, como o Spitz Alemão Anão, pode precisar de apenas 30 minutos, enquanto cachorros mais ativos, como o Boxer, precisa de duas horas completas. Reflita sobre a situação e a necessidade do seu cachorro e garanta que ele receba tempo suficiente para brincar e gastar energia. Esse pode ser o começo da solução para a ansiedade dele.

O “treinamento de arrombamento” pode ajudar alguns cães, mas outros ficam em pânico enquanto o dono estiver fora de casa. Apesar disso, vale a pena ver se o uso de uma caixa piora o problema antes de seguir as etapas de treinamento. Deixe o cachorro na grade enquanto as pessoas estiverem em casa, dessa forma você tira o efeito da separação. Faça da caixa (ou grade) um espaço positivo, dando ao cachorro brinquedos e petiscos especiais para ele curtir lá.

Funcionando ou não, você ainda precisará ajudar seu pet a superar a ansiedade da separação definitivamente. Para atingir esse objetivo, siga estas etapas:

  • Coloque o cachorro na caixa (grade) ou em uma sala segura com todos os seus brinquedos favoritos;
  • Permaneça sempre calmo calmo e diga ao seu cão que você voltará breve;
  • Deixe o ambiente onde o cachorro estiver por apenas alguns segundos para começar e aumente gradualmente o tempo de ausência;
  • Volte ao ambiente onde ele está e recompense seu cão por estar calmo e quieto.

É necessário repetidamente executar essas etapas de treinamento, aumentando o tempo de sua ausência em cada rodada. A cada dia trabalhe algumas rodadas por vez e sempre termine com elogios e um petisco, ofereça ao final sempre um momento de muito prazer e carinho. Assim o cachorro sente segurança e acalma ainda mais seus medos. Progressivamente você vai ajudá-lo a se sentir menos ansioso.

Depois de treinar seu cão para ficar “em paz” enquanto você estiver fora, ajude-o a aguardar calmo até sua chegada, sempre oferecendo um algo especial antes de sair de casa. Como sugestão, você pode congelar alimentos molhados, ração e petiscos especiais em um brinquedo KONG, ou deixar um brinquedo interativo como o Fetch’n Treat AFP por exemplo. Cria-se assim uma forma de interação que o cachorro vai gostar e se dedicar horas a fio. Assim, o seu pet deve ficar torcendo pra você sair de casa e ele ter esse tratamento especial.


 

Ansiedade em cães: cachorros idosos
Cães velhinhos precisam de atenção especial.

Ansiedade causada pela idade ou relacionado a dor

Tanto idade avançada quanto dor frequente podem desencadear ondas intensas de ansiedade nos cães. Isso pode provocar mudanças drásticas no comportamento canino. Podem parecer mais medrosos em situações normais e se recusar a cooperar em ambientes ou situações desconhecidas.

Se o comportamento do seu cão mudar repentinamente, começarem a manifestar ansiedade inesperada, é hora de consultar um veterinário. O veterinário vai avaliar o cachorro para doenças comuns e também seu comportamento. Durante esses exames, eles geralmente conseguem identificar o que está incomodando seu cão para encontrar maneiras de lidar com sua ansiedade.

Causas da ansiedade por idade ou dor

À medida que os cães envelhecem, sua saúde física e mental vão se comprometendo naturalmente, causando intensa ansiedade. Os problemas de saúde existentes, como o diabetes, podem complicar as coisas, principalmente se causarem dor. A dor frequente pode causar ansiedade em cães mais jovens também. Como os cachorros não conseguem se dizer o que sentem, faça uma visita ao veterinário para descobrir exatamente o que está errado.

Dor física

No vet, seu cão fará um check-up completo, que permite ao profissional diagnosticar as condições que potencializam os sintomas de ansiedade. O veterinário vai procurar sinais físicos e provavelmente realizará alguns testes para fazer um diagnóstico mais preciso.

Dores físicas associadas à ansiedade em cães podem ser:

  • Artrite;
  • Abscesso dentário;
  • Doença gengival;
  • Infecções de ouvido (otite);
  • Infecções do trato urinário;
  • Câncer;
  • Pancreatite.

Quando os cães sentem dor, podem reagir agressivamente ao serem tocados ou deixados sozinhos por longos períodos de tempo. Além disso, é importante que você saiba: eles não entendem por que estão se sentindo tão mal e isso acaba agravando os sintomas de ansiedade.

Declínio cognitivo

Os cães, igualmente aos seres humanos, sofrem um declínio cognitivo à medida que envelhecem. Consequentemente, a ansiedade se torna pior com o tempo. Também como os humanos, os cachorros podem desenvolver demência em idade avançada, embora isso seja chamado de “síndrome da disfunção cognitiva canina”.

Os sintomas da síndrome da disfunção cognitiva canina podem incluir:

  • Confusão;
  • Irritabilidade;
  • Reações estranhas a situações normais;
  • Fraqueza física;
  • Maus hábitos de sono;
  • Acidentes domésticos.

O cachorro pode começar a agir de maneira nervosa por qualquer período de tempo em que você o deixar, mesmo ele nunca ter sentido a ansiedade de separação nos anos anteriores.

Perda de visão e/ou audição

Quando os cães perdem a visão ou a audição, a ansiedade tende a surgir à medida que passeiam e sentem dificuldade pelo ambiente por onde andam. Cães cegos podem ficar nervosos se não conseguirem atravessar a casa sem esbarrar nas coisas pelo caminho ou sentirem dificuldade em encontrar o dono com facilidade. Cães surdos podem sentir ansiedade se forem abordados de susto ou sentirem que não podem participar mais das interações como faziam antes.

Há muitas coisas a considerar antes de definir a causa da ansiedade relacionada a idade ou à saúde nos cães. Nessa hora, um veterinário pode ajudar melhor a identificar a causa e lhe ajudar com soluções para seu cãozinho lidar com as mudanças.

Soluções

Se a situação de saúde física e mental determinarem a ansiedade do seu pet, ele precisará de cuidados de um veterinário para se recuperar.

Em alguns casos, há tratamento que pode ajudar a aliviar as dores e em consequência os sintomas da ansiedade. Em casos mais graves, no entanto, os veterinários poderão apenas oferecer conforto mínimo. Passar pelo processo de diagnóstico e conversar sobre as opções de tratamento com o profissional será a única maneira de você lidar com a situação.

Além de tratamento para a condição diagnosticada, os veterinários podem sugerir também o uso de suplementos ou medicamentos para aliviar os sintomas no cão. Remédios anti-ansiedade podem aliviar o sofrimento, mas muito provavelmente não resolverão definitivamente o problema.

Felizmente, existem algumas coisas que você pode fazer para aliviar esse sofrimento em seu velho amigo de estimação, por exemplo:

  • Carinho e palavras confortantes em voz baixa e calma;
  • Uma vez identificadas, evitar tocar áreas dolorosas;
  • Oferecer um cobertor ou brinquedo para interação;
  • Deixar a TV ou rádio ligado quando sair de casa.

Se o seu cachorro estiver sentindo muita ansiedade por causa da cegueira, então, ter um outro cãozinho saudável pode ajudá-lo muito. O cachorro saudável ajuda na orientação do cachorro cego, servindo como guia e apoio. Apenas certifique-se de que o cãozinho companheiro tenha perfil tranquilo para ter maior efeito junto ao parceirinho cego.

Cães surdos, por outro lado, podem precisar aprender comandos com sinais manuais para se acalmar e lidar com as mudanças. Eles também precisam que seus donos os abordem apenas pela frente e evitem tocá-los sem que percebam sua presença antes.

Se seu pet está doente, machucado ou apenas envelhecendo, é importante eliminar os riscos à saúde dele em sua casa também. Se o cachorro tem dores no quadril, por exemplo, considere usar tapetes seguros em pisos lisos para melhorar a aderência. Além disso, considere deixar comida e o cantinho de descanso em áreas de fácil acessibilidade.


 

Ansiedade em cães: Companhia para animais de companhia :)
Companhia para animais de estimação também ajudam a diminuir sintomas de ansiedade.

Ajudando cães com ansiedade

Não importa a causa, cães com ansiedade se beneficiam de sessões de treinamento específicas.

Esses treinamentos podem ajudar o cachorro a desenvolver sólidas habilidades para enfrentar e compreender as situações incômodas que provocam ansiedade. Por outro lado, as sessões de treinamento precisam ser concluídas regularmente e reforçadas no dia-a-dia para reduzir a ansiedade de maneira efetiva. Essa é uma missão para quem tem disciplina e real vontade de ajudar o pet.

Um instrutor qualificado pode ajudar você nesse processo. Assim você adquire confiança para avançar com os treinamentos de maneira consistente. Você pode usar as orientações para praticar as habilidades em casa e ajudar seu cão a enfrentar o estresse. Os profissionais apresentam maneiras de conter o comportamento destrutivo do pet e substitui-lo por ações mais saudáveis. Os instrutores também ajudam a você aprender como avaliar a linguagem corporal do pet. Isso é importante, pois orienta você a entender quando é necessário intervir ou retirar o cachorro de situações estressantes antes que reajam de maneira nervosa.

Os treinadores de cães tendem a usar técnicas de reforço positivo nos treinos de reabilitação. Por meio do reforço positivo, os cães são estimulados a reavaliar as situações para que não deixem o estresse tomar conta.

Enquanto ajuda os cães a se sentirem menos ansiosos nos passeios, por exemplo, os dog walkers podem seguir estas etapas:

  • Coloque o cachorro na coleira e pegue alguns petiscos;
  • Vá até o quintal enquanto fica atento às reações do pet;
  • Elogie, faça carinho e dê a recompensa se o cachorro permanecer calmo ao ar livre.

Depois de deixar o cachorro seguro para sair, você pode levá-lo lentamente além dos limites do quintal. Apenas alguns metros de cada vez, ajudando o cão a lidar com a mudança sem que se sinta sobrecarregado. Quando o cachorro age com calma enquanto enfrenta o que antes gerava estresse, você elogia e oferece carinho e petiscos para reforçar o comportamento desejado.

O profissional ajusta a abordagem de acordo com o comportamento, fornecendo ao cachorro o apoio e a segurança necessária para que se sintam seguros, confiantes e, assim, menos ansiosos. Para cachorro com mastigação nervosa, você pode buscar fazer com que o cachorro utilize um brinquedo mordedor em vez de destruir móveis. Sempre utilizando o reforço positivo quando o cachorro realiza a resposta desejada (elogio, carinho e petiscos).

Como os profissionais ajudam você a identificar os comportamentos problemáticos no seu cachorro, eles também vão ajudar a reduzir a ansiedade sentida pelo animal. Quando o pet entende seu lugar na casa e como deve agir, eles ficam calmos e isso promove bem-estar em longo prazo.


 

Medicamento: o que dar aos cães com ansiedade?

Quando tudo falhar, ou você desejar solução rápida para um momento de crise, medicamentos podem ajudar. Mas verifique com seu veterinário antes de dar qualquer coisa aos cães, mesmo que algo natural ou remédio de venda livre.

Se seu veterinário receitar algo que funcione, utilize. Há muitas opções, mas às vezes serão necessárias algumas tentativas e erros até encontrar o melhor medicamento para o seu pet.

Remédios sem prescrição veterinária

Certos medicamentos vendidos sem receita, como Benadryl, são relativamente seguros para os cães tomarem contra ansiedade. Evite, no entanto, dar o remédio sem consenso de seu veterinário. Ele pode lhe oferecer melhores informações sobre dosagem e considerações que sejam perfeitas à necessidade de seu cachorro.

O Benadryl é produzido com difenidramina HCL, que é um anti-histamínico usualmente utilizado no tratamento de alergias em pessoas e também em cães. O ingrediente ativo impede que as histaminas atinjam receptores no cérebro, que desencadeiam reação. Benadryl também é útil para frear a ansiedade, já que acalma mente e corpo através de seus efeitos sedativos. Os cães em geral se sentem um pouco sonolentos depois de tomar o remédio, então quando estiverem em um ataque de estresse, eles podem descansar em vez de destruir alguma coisa para lidar com o incômodo.

Por outro lado, este medicamento nunca deve ser administrado em cães com certas condições de saúde, como glaucoma e distúrbios convulsivos. Portanto, certifique-se de consultar seu vet para confirmar se este remédio será positivo ao dog antes mesmo de dar a primeira dose.

Considerações a respeito da dosagem

Como com qualquer medicamento sem receita ou prescrição, as doses são importantes para que o resultado pretendido seja atingido sem causar danos ao animal. De acordo com o manual da Merck para veterinários, Benadryl é normalmente administrado a uma taxa de 2 a 4 mg por quilograma de peso corporal. Já a dose ideal para seu cachorro pode variar conforme seus sintomas de ansiedade e condições de saúde.

Sempre evite o remédio em cápsulas que liberam o medicamento ao longo do tempo, pois elas podem se romper causando overdose. Além disso, muita atenção às diferenças de dosagem entre os vários tipos de Benadryl. A pílula e a forma líquida deste medicamento, por exemplo, têm diferentes doses a serem seguidas; então, obedeça os conselhos do veterinário e não invente ou substitua suas recomendações.

Efeitos colaterais

Como com qualquer medicação, Benadryl pode causar efeitos colaterais que vão de inofensivos a graves:

  • Aumento da frequência cardíaca;
  • Respiração curta e rápida;
  • Retenção de urina;
  • Letargia;
  • Vômito;
  • Diarréia.

Os efeitos colaterais mencionados tendem a surgir dentro de uma hora após a administração da medicação. Fique de olho em seu cachorro dentro desse período e relate quaisquer efeitos colaterais ao seu veterinário. Com a ajuda dele, você pode avaliar melhor a relação de benefício e riscos e decidir se este é o melhor remédio para seu pet.

Remédios naturais, ervas e medicina alternativa para cães

Se você precisar, ou desejar, algo que ofereça menos ou nenhum efeito colateral, considere suplementos vitamínicos, ervas ou outros remédios naturais. Existem muitas alternativas úteis disponíveis para o tratamento da ansiedade em cães. Ao menos para minimizar os sintomas. Veja aqui algumas opções:

Camomila

Assim como as pessoas, os cães podem se beneficiar muito da ingestão de camomila para lidar com a ansiedade. Os compostos ativos nesta erva, como a apigenina, ajudam a acalmar corpo e mente, afastando assim os efeitos do estresse. A erva também tem um efeito sedativo leve, dando aos cães a chance de relaxar.

Como provavelmente os cães não vão aceitar tomar um chazinho, o ideal é adquirir a erva com base glicerinada. A dosagem mais comum é de 1 ml por 13,6 kg de peso corporal, embora seja mais adequado você verificar junto ao vet a dose perfeita para o seu cachorro.

Raiz de Valeriana

A raiz de valeriana é outro suplemento de ervas que pode ajudar os cães a se sentirem menos ansiosos. Esta erva atua como um agente sedativo e calmante leve, que pode ser usado conforme necessário para tratar a ansiedade canina. Os cães tendem a ficar sonolentos depois de ingerir a raiz e, dessa forma, evitar reações agressivas ou destrutivas pela casa afora.

Procure este suplemento em tinturas, cápsulas ou comprimidos para mastigar e imagine qual seria o mais fácil de utilizar junto ao seu cão. Mais uma vez veja com seu veterinário para encontrar a dose certa, pois ela pode variar consideravelmente de cachorro para cachorro e também conforme a sua formulação.

Óleo de Canabidiol (CBD)

Ao usar o óleo de CBD, são ativados os endocanabinóides naturais do cérebro. Isso ajuda a controlar a ansiedade na fonte. Os receptores canabinóides no cérebro atraem os compostos CBD, que estimulam a produção de serotonina. Ajuda a estabilizar o humor e a reduzir sentimentos de ansiedade – seja em cães, seja em humanos.

Para melhores resultados, adquira apenas óleo de CBD feito com cânhamo de espectro total e indicado para uso exclusivo em cães. As instruções de dosagem estão incluídas no frasco, mas é sempre bom consultar o veterinário para confirmar se estão corretas e adequadas ao seu pet.

Florais de Bach

O Dr. Edward Bach criou uma mistura única de essências florais para auxílio do alívio de sintomas da ansiedade. Assim nasceu o Rescue Remedy que é indicado a cães, gatos e outros animais.

Muitos compostos de flores diferentes são apresentados neste remédio, como:

  • Clematis: para estarmos acordados e presentes para ajudar a recuperação;
  • Rock Rose: coragem de vida para enfrentarmos momentos difíceis, e melhora os sangramentos;
  • Impatiens: paciência, calma, para relaxar até chegar o socorro.

Ao colocar apenas algumas gotas do remédio na água bebida pelo cachorro, espera-se a redução considerável da ansiedade dele. Esta mistura pode ser usada diariamente sem qualquer risco de efeito colateral, sendo uma ótima opção para cães que estão sempre ansiosos.

Os veterinários podem lhe sugerir suplementos, vitaminas e outros remédios mais naturais para seu cão ansioso. Como em outras soluções, geralmente é necessário paciência e diversas tentativas até encontrar algo que de fato funcione para os sintomas de cada cão.

Medicação com prescrição veterinária

Quando a ansiedade é muito intensa, os cães têm dificuldades até para se concentrar no treinamento feito justamente para aliviar os sintomas desse estresse.

Os pets podem encontrar pouco ou nenhum alívio em remédios naturais e alternativos. E é importante que você procure eliminar os sintomas para só então preparar seu cachorro para o enfrentamento do dia-a-dia com os treinamentos que vimos acima.

Para ter sucesso nesse objetivo, seu veterinário pode prescrever remédios anti-ansiedade ao cachorro. Esses medicamentos aliviam rapidamente o estresse, permitindo que os cães não se sintam sobrecarregados e reajam de maneira agressiva ou destrutiva.

São vários os medicamentos para o tratamento do distúrbio. Entre eles:

  • Amitriptilina;
  • Lorazepam;
  • Alprazolam;
  • Diazepam;
  • Fluoxetina.

O vet usará o histórico médico e também considerar os sintomas do cachorro para então identificar a melhor medicação para ele. A causa da ansiedade também entrará em jogo, pois alguns remédios são melhores que outros para determinados fins.

O Alprazolam, por exemplo, proporciona alívio rápido para ansiedade intensa causada por barulhos prolongados, como fogos de artifício, trovoadas ou outros gatilhos de estresse temporários. Normalmente é administrado conforme a necessidade, e não com uso contínuo. Os efeitos calmantes e sedativos agem imediatamente e eliminam completamente os sintomas de ansiedade.

A Amitriptilina, por outro lado, pode ser tomada diariamente em doses baixas para impedir que a ansiedade chegue a se manifestar. Por outro lado, esse remédio não deve ser usado no momento em que o cachorro já esteja incomodado com o estresse. Em vez disso, ele fornece suporte em longo prazo, auxiliando na produção de serotonina no cérebro do cachorro. Cães com ansiedade de separação se beneficiam mais deste medicamento do que os de ação rápida, pois reduz a ansiedade em todos os aspectos.

Uma vez que os cães tomam um medicamento prescrito pelo veterinário para controlar efetivamente a ansiedade, você como dono ou dona responsável, pode se dedicar ao treinamento e outros métodos mais naturais para resolver os problemas comportamentais de seu pet. Alguns cães são capazes de parar o uso total do medicamento quando aprendem a se comportar diante das situações que antes eram gatilhos dos problemas. Mas outros cães podem ter que viver sob medicação permanente por toda a vida.

Apenas o veterinário vai lhe fornecer a orientação e o apoio necessário para encontrar a melhor medicação e também qualquer método posterior para manter a ansiedade e o estresse longe do seu cão. Lembre-se de agendar exames regulares, mesmo que o medicamento mantenha a ansiedade do seu cachorro sob controle.

Ansiedade em cães: Fale com seu Veterinário
Dicas e esclarecimentos são sempre bem vindos: mas nada substitui o conhecimento técnico de um profissional veterinário!

 

Fale com seu veterinário

Quando os cães se sentem ansiosos, eles procuram alívio junto aos seus donos. Se não puderem contar com isso, eles simplesmente continuarão com os comportamentos destrutivos. Essa é a forma como lidam com o que estão sentindo. Felizmente, basta uma pequena observação e reflexão sobre o motivo pelo qual seu cão está manifestando a ansiedade para começar a encontrar as soluções.

Por tentativa e erro, você pode encontrar saídas que funcionarão melhor para os sintomas de ansiedade específicos do seu cachorro. Sua dedicação e paciência ajudará a diminuir o sofrimento do seu cão e, como consequência, melhorar a qualidade de vida e até de sua relação com o pet. Para tanto, reserve um tempo na agenda para conversar com seu veterinário para começar o quanto antes.

O que você achou?

Se você chegou até aqui, nos diga o que você achou das dicas nos comentários abaixo. Se você já passou pelo problema e hoje desfruta da solução com o seu cachorro, compartilhe sua experiência aqui.

Fonte:
Top Dog Vitamins

6 Razões para você ter DOIS em vez de apenas UM cachorro

Um cachorro vai oferecer companhia ao outro. Um cachorro vai ajudar no treinamento de outro e o melhor: não custa o dobro. Veja:

Quem tem um cachorro em casa já sabe: eles são dedicados e amorosos. Não é exagero em dizer que são membros da família, pois é assim que devem ser tratados mesmo!

Então o que poderia ser melhor que ter um cachorro em casa? Ter dois!

Cachorro é um bicho que adora companhia e parceria!

1. Ter dois cachorros não custa o dobro

Se você é um pai ou uma mãe de pet responsável, sabe que manter qualidade de vida ao cachorro tem seu custo. Mas dobrar a fofura em casa não significa dobrar o custo. Além das vacinas regulares, ter dois cães não força você a despender mais dinheiro por mês.

Muito do que você precisa para um cachorro pode ser simplesmente compartilhado pelo outro. Isso vai incluir:

  • Brinquedos
  • Camas
  • Comedouros e água
  • Petiscos
  • Produto de higiene se você utiliza em casa

Em relação à ração, é importante notar que alimentos para filhotes tem formulação diferente das de adulto, então em caso de ter cães com idades muito distintas, converse com seu veterinário sobre a utilização de mesma ração para eles.

O dobro do amor não custa o dobro do valor!

2. Você vai salvar uma vida a mais!

Essa conta óbvia a gente não faz, mas não deixa de ser… óbvia: ao adotar dois cães, você está salvando duas vidas.

O Brasil tem cerca de 3,9 milhões de pets abandonados e destes, estima-se que cerca de 1,2 milhão são sacrificados. Então o impacto de uma adoção responsável na vida dos pets é significativo. Sem dizer que essa responsabilidade social tira um possível disseminador de doenças da rua e também deixa espaço aos abrigos para receberem outros animais em necessidade de cuidado.

3. Um cachorro ajuda no controle da “ansiedade de separação” do outro

Se você tem um cachorro já deve saber que, ao virar as costas para sair, o drama começa. O choro, as patinhas arrastando na porta são indícios físicos de uma intensa ansiedade que acontece com o cachorro ao se ver deixado sozinho.

Embora alguns cachorros lidam melhor com a ansiedade de separação, para outros a exigência de atenção e soluções de comportamento são necessárias. Em casos mais extremos, até medicação!

Mas a melhor maneira de um cachorro lidar com a ansiedade de separação é ter um parceirinho em casa. A companhia de um cachorro para o outro enquanto você está ausente é um apoio emocional fundamental para ambo permanecerem calmos enquanto você está fora de casa.

O combustível do amor do cachorro é carinho e amor também.

4. Cães mais velhos ajudam os mais novos a aprender

A relação é curiosa, já que, ensinar a um cachorro velho novos truques é difícil, mas um cachorro velho vai certamente ensinar um cachorro mais novo a se comportar dentro das regras que ele já vive em sua casa.

Instintivamente os cães buscam orientação em um líder. O cachorro mais velho fará esse papel naturalmente. Então a introdução de um segundo pet em uma casa onde já se encontrava um cachorro faz com que essa adaptação seja mais fácil e rápida pelo novato.

Quando se tem um cão adulto e um filhote, o mais velho vai servir de liderança ao mais novo, que vai buscar modelar seu comportamento de acordo com o cachorro adulto.

E sabe onde isso é mais interessante na prática? O cachorro mais novinho vai logo saber onde deve fazer as necessidades, se o cachorro mais velho já estiver devidamente treinadinho para isso. Sensacional, não é?

Que tal ter um professor para seu aluno? 🙂

5. Um cachorro vai manter o outro entretido e exercitado

Passear com o cachorro é vital para sua saúde, tanto mental como física. Conforme idade e porte do animal, por vezes você precisa de no mínimo 30 min por dia para manter uma rotina de exercícios fundamental ao cachorro.

Já a companhia de um (ou mais) cachorros faz com que todos se mantenham ativos, felizes e socializados na medida certa. Não que você deva parar de passear com os cães, mas para o período que você está fora (escola, trabalho ou encontro com amigos) os seus pets estarão bem, entretendo-se entre si.

Sabe onde você vê essa vantagem na prática? Menos móveis e chinelos roídos. Parece vantajoso, não é?

Vida leve e feliz com dois cães em casa

[ Veja também: Cachorros entendem o que falamos ]

6. Por fim: você terá O DOBRO DE AMOR em casa

Se você já viu acima que não, ter dois cães NÃO CUSTA o dobro, sim, ter dois cães é ter O DOBRO DE AMOR em casa. Sabe qual a razão para a maioria das famílias adicionarem um segundo cão à família? Justamente porque o primeiro trouxe tanto amor e alegria que se busca mais. Justo, não acha?

Chegar em casa e ser recebido por um pet já é especial e gostoso. Quando você dobra essa experiência, o gostinho é ainda maior.

Ter dois ou mais cães em casa pode ser trabalhoso às vezes, mas os prós superam muito os contras. De um comportamento mais amigável e tranquilo à maior saúde física e emocional – tanto para os pets quanto para você – há certamente muitas outras razões para se ter DOIS em vez de UM cachorro em casa.

Na Petite Sofie você encontra o melhor para servir seus pets com qualidade e amor, já viu o site?

Você tem dois ou mais cães em casa?
Que outras razões você daria para tê-los?

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Fonte: Amo Meu Pet