Estudo comprova: “cachorro também é gente”

Neurocientista que estudou emoções de cães com ressonância magnética conclui: “cães também são pessoas”.

Um estudo realizado na Universidade de Harvard por Gary D. Sherman e Jonathan Haidt concluiu que as pessoas que gostam mais de pets que de pessoas, e aqueles que conversam com os animais de estimação regularmente, são mais inteligentes. Você nos achava loucos né? 🙂

[ Veja também: Humanos amam mais os cães que pessoas ]

Dr. Berns faz carinho em cachorrinho que participou da experiência
Dr. Berns com um dos cachorros utilizados na experiência

“Traga minha comida, humano”

A maioria dos donos de cachorros vai encher o peito para elogiar seus pets. E se você perguntar aos donos se acham que seus cachorros gostam deles, a resposta certamente será positiva.

Mas será que os cães sentem mesmo algum tipo de emoção positiva em relação ao homem? Essa questão intriga cientistas há muito tempo. Podemos pensar que todo aquele entusiasmo do cão quando chegamos em casa seja nada além de funcional. Tipo: “lá vem meu distribuidor ambulante de comida e água”.

Cachorros sensíveis

Em uma pesquisa inovadora, que pretende mudar para sempre a forma como vemos os cães, o neurocientista Gregory Berns descobriu que “cães são como pessoas”. A conclusão veio depois de exames de ressonância magnética em mais de uma dúzia de cachorros. Os resultados demonstraram que, a mesma região cerebral responsável por emoções positivas nos seres humanos, é também ativada nos cães.

Computador integrado aos aparelhos da pesquisa exibe resultados da ressonância magnética
Imagens do mapeamento cerebral dos cães no momento em que o estudo transcorria

Para inferir essa sensibilidade do animal, e outras características neurológicas, os cientistas sempre confiaram no comportamento do animal. Não é possível perguntar ao cachorro como ele se sente, certo? Por isso essa é uma área da ciência extremamente difícil de se extrair resultados definitivos. Ao utilizar a ressonância magnética no animal, a “pergunta” encontra a “resposta” diretamente em sua fonte: o cérebro.

Realizar ressonância magnética em animais é extremamente complicado. As máquinas são apertadas, claustrofóbicas e em geral desconfortáveis – mesmo para humanos. Então para que funcionem, é preciso que o animal fique completamente imóvel. Você pode imaginar a dificuldade de manter um Labrador hiperativo quieto enquanto há uma série de barulhos e maquinários desviando sua atenção. Geralmente os veterinários anestesiam os cães que precisem passar por operações como essa, no entanto nesse caso, o monitoramento emocional é simplesmente inútil se o cão estiver “desligado”.

Cão no momento em que teria seu cérebro escaneado
Os cães foram submetidos a Ressonância Magnética para ter sua atividade cerebral lida

As emoções dos cachorros são iguais as dos seres humanos

Dr. Berns abordou a questão treinando meticulosamente os cães a partir de exercícios de recompensas. Assim seria possível que o cão ficasse parado enquanto a ressonância magnética operasse. Dentro do scanner, a atividade cerebral do cão era medida a partir de um sinal com as duas mãos (que eles aprenderam ser associada à comida), bem como também a partir de aromas de outros cães e humanos familiares e desconhecidos.

Tanto o cérebro humano, quanto o dos cães, são surpreendentemente semelhantes em relação à sua estrutura em um ponto específico: o núcleo caudado. Localizado entre o tronco cerebral e o córtex, esse núcleo rico em dopamina desempenha papel fundamental na antecipação de coisas que nos agradam, como comida, amor e dinheiro. Enfim, emoções positivas.

Dr. Gregory Berns com cachorro durante sessão de Ressonância Magnética
Dr. Berns com um dos cães utilizados na pesquisa

“Muitas das mesmas coisas que ativam o núcleo caudado humano, associadas à emoções positivas, também ativam o núcleo caudado do cachorro. Chamamos isso de homologia funcional e pode ser uma indicação de que, sim, cães tem emoções”.

Berns escreveu em seu artigo para o jornal New York Times.

Em resposta a sinais manuais que indicavam comida, assim como os cheiros de pessoas familiares, a atividade no núcleo caudado do cachorro aumentou. Em testes preliminares, quando o dono retornou de uma saída momentânea, já foi suficiente para notar ativação no cérebro do pet.

A capacidade de experimentar emoções positivas, como amor e afeto, significa que os cães tem nível de sensibilidade comparável ao de uma criança. Essa habilidade sugere que precisamos repensar em como tratamos nossos cães. Cachorros sempre foram tratados como propriedade.

Dr. Gregory Berns faz carinho em cachorro utilizado na pesquisa. Foto utilizada na matéria do The NY Times.

Então, cachorro NÃO É objeto!

Embora exista uma lei federal americana (Animal Welfare de 1966), algumas leis em alguns estados dos Estados Unidos ainda fortalecem a visão de que os animais são coisas, objetos, que podem ser descartados quando assim desejarem os tutores mais irresponsáveis.

“Mas agora, com a utilização da tecnologia para afastar as limitações do nosso conhecimento, não há mais como negar as evidências. Cães – e muito provavelmente outros animais (especialmente os primatas) parecem sentir as emoções como nós. E isso significa que devemos reconsiderar tratá-los como meros objetos”

Dr. Gregory Berns

Veja também:
6 comandos rápidos e 5 livros para ajudar você a adestrar seu cachorro


Então podemos concluir que os cães nos amam?
Essa certeza ainda não temos, mas da próxima vez que você vir seu cachorro abanando o rabo, saiba que está cientificamente comprovado que ele está feliz 🙂

Ted Talks: Dr. Gregory Berns apresenta os resultados de sua pesquisa

Gregory Berns é professor de neuroeconomia na Emory University e autor do livro “How Dogs Love Us: A Neuroscientist and His Adopted Dog Decode the Canine Brain“. Até o momento, sem versão traduzida ao português.

Livro How Dogs Love Us de Gregory Berns
How Dogs Love Us conta a experiência de Gregory Berns com a pesquisa.

Fonte:
Healthy Holistic Living

Pai “resgata” brinquedo favorito de seu cachorro

Curiosa e muito bem humorada. Essa é a síntese da história por que passou Michaella, uma estudante americana, com seu pai no início desse ano (2019).

O caso aconteceu porque Lucky, cachorro de Michaella, perdeu seu inseparável brinquedo durante uma nevasca. Mesmo desgastado ao longo de seis anos de parceria, Lucky não abandonava seu brinquedo.

Veja também: Brinquedos para cachorro: o guia definitivo

Uma tempestade de neve quase separa 6 anos de união

“O brinquedo sequer tem mais o enchimento e mesmo assim Lucky vai a todo lugar com ele”, disse Michaella Wallace, dona do cãozinho para o site americano The Dodo. “Lucky brinca com ele toda hora. Ele proteje o brinquedo como se fosse seu próprio bebê”, ela conclui.

Na semana do dia 24 de janeiro, quando Lucky passeava com seu ursinho de pelúcia, uma tempestade de neve atingiu a área por onde passeava. Na volta, o brinquedo acabou sendo perdido pelo caminho e foi soterrado pela neve.

No dia seguinte, assim que a neve derreteu, o pai de Michaella encontrou o brinquedo em péssimo estado.

O brinquedo de pelúcia de Lucky quando foi encontrado
Pai de Michaella resgatou o brinquedo de pelúcia do Lucky
Pai: “Tenho uma má notícia…”
Michaella: “O que?”
Pai: “Eu encontrei o bebê do Lucky lá fora”
Michaella: “Eba!”
Pai: “Provavelmente ele morreu”

Foi então que, após dar a notícia a Michaella que havia encontrado o brinquedo e que “provavelmente ele teria morrido”, o pai de Michaella fez o impensável: montou um “hospital” improvisado para “salvar a vida” do brinquedo.

Brinquedo de pelúcia de Lucky
O “hospital” improvisado contava até com soro na “veia” do brinquedo! 😀

O caso compartilhado pela americana no Twitter viralizou imediatamente! As pessoas se impressionaram com a dedicação do pai em manter o cachorro feliz.

O post original de Michaella conta com centenas de milhares de compartilhamentos!

Michaelle junto de Lucky e Laci, que puderam “visitar o enfermo” depois de alguns dias! ahahaha

“Lucky e Laci amam meu pai e ele também os ama muito” diz Michaella. “Tratamos nossos cães com muito amor, eles significam muito para toda nossa família e todos que os encontram adoram eles”.

[Encontre na Petite Sofie o próximo brinquedo favorito para seu cachorro!]

Fonte:
The Dodo

Ensaio fotográfico: Como os cães envelhecem?

Você já deve saber que os cães envelhecem mais rápido que os seres humanos, certo? De repente eles aparecem com pelos brancos, latindo menos, olhar cansado e prontos para receber carinho.

A fotógrafa Amanda Jones criou ensaio fotográfico para marcar esse processo de envelhecimento. São imagens da juventude e da terceira idade dos cães. Esse trabalho rendeu o livro Dog Years com imagens e história de 30 cães. Além da evolução do tempo, nas imagens é possível perceber a personalidade única de cada cachorro. Veja algumas das fotos que figuram no livro:

Abigale: primeiro com 5 meses e depois com 8 anos.

Audrey: com 3 anos e 12 anos

Briscoe: com 1 ano e depois com 10 anos

Cooper: com 3 anos e depois 10 anos

Corbet: com 2 anos e então 11 anos

Fred: com 2 anos e depois 10 anos

Kayden e Brodie: 11 meses e 5 anos, depois 7 anos e 12 anos

Lily: com 8 meses e então 15 anos

Maddie e Ellie: 7 e 6 anos antes, 14 e 13 anos depois

Maddy: com 5 e depois 10 anos

Poppy: 1 e depois 7 anos

Rufus: com 6 meses e depois 13 anos

Sydney e Savannah: 16 meses e 5 meses, 10 anos e 9 anos


Fonte: Gazeta do Povo

Vai viajar com seu cachorro ou gato? Veja essas dicas!

Hoje é possível viajar de avião com cachorro, gato ou qualquer animal de estimação para quase todos os países e com a maioria das companhias aéreas. Sejam voos nacionais ou internacionais, cada companhia aérea, e país, possui uma lista de exigências que exige planejamento e antecedência para você realizar a viagem com seu melhor amigo.

Viajar com seu pet
Importante estar bem esclarecida antes de tomar a decisão de viajar com seu pet. Acompanhe o post abaixo!

Planeje-se com antecedência

Além de uma caixa de transporte ou bolsa de transporte pet, você terá que dar atenção a outros pontos importantes. Veja:
  1. Cães e gatos de raças braquicefálicas – aqueles com focinho achatado – não são aconselhados a voar de avião. Por conta de sua fragilidade para respirar, podem sofrer insuficiência respiratória durante o voo. A maioria das companhias aéreas não transportam animais braquicefálicos. Veja mais abaixo a relação de quais são essas raças.
  2. Para viajar, os animais precisam estar com a saúde em dia. Fêmeas prenhas e filhotes com menos de 3 meses de vida (por não terem sido vacinados contra as principais doenças) não são permitidos.
  3. Verifique as regras do país de destino em relação a exames, documentação e quarentena do animal para que ele não transmita nenhuma doença. Conheça as regras de vários países aqui.
  4. Informe-se sobre as regras de transporte de animais na companhia aérea que você vai viajar. Elas possuem definições distintas, mas existem 03 formas de viajar com seu pet.
    • Na cabine, junto do dono em uma bolsa adequada;
    • Como bagagem despachada, em uma caixa de transporte especial e no porão climatizado da aeronave;
    • Se o animal viaja sem a companhia do dono, segue no porão climatizado como “carga viva”.
  5. Para todas as situações descritas, há limitações de peso e dimensões.
  6. Para viajar de avião com seu pet, existe uma taxa de embarque para voos nacionais ou internacionais. A taxa é fixa e o valor vai de R$ 90,00 a R$ 400,00. Verifique junto a operadora de seu voo para as informações atualizadas e corretas.
  7. Além da documentação exigida, viajar com gato ou cachorro exige uma caixa de transporte ou kennel. A escolha desse produto vai depender do tamanho de seu pet. Considere que o animal deva conseguir dar volta de 360° em torno de si para ter conforto durante o trajeto.
  8. Para voos nacionais no Brasil, em geral as companhias aéreas solicitam apenas a carteira de vacinação atualizada e um atestado de saúde do animal assinado por um veterinário.
  9. Com a carteira de vacinação atualizada, você garante processo mais ágil na emissão da documentação para viagens internacionais. O principal exame é a sorologia de raiva. Se seu animal estiver com muitas doses em atraso, a emissão da documentação para a viagem pode levar até 90 dias!
  10. Vai viajar com seu pet para algum dos países do Mercosul? O Certificado Zoosanitário Internacional (CZI) não é obrigatório, sendo apenas necessário a apresentação do atestado de saúde e a carteira de vacinação no dia do embarque.
  11. Agora é escolher a bolsa para seu cachorro ou gatinho e fazê-lo se acostumar com o ambiente antes da viagem.

Viajar com seu pet pode ser bastante tranquilo e confortável

Garanta bem estar do seu bichinho

Após saber de todas essas questões “técnicas” para embarcar com seu pet, você precisa também se preocupar com o bem estar dele durante o trajeto da viagem.

Atenção às dicas para o bem estar do seu pet até vocês chegarem ao destino

 

  1. Você já tem uma bolsa ou caixa de transporte. Então agora é importante que seu pet se acostume a ela. Jogue um brinquedo que ele goste dentro da bolsa, ou um petisco. Assim seu cãozinho associa de maneira positiva. Faça isso de maneira gradativa e paciente, sem fechar a portinha. A cada avanço, recompense e elogie seu pet. Depois que ele se habituar com a presença da caixa ou bolsa, feche a porta e o deixe por alguns minutos. Repita essa operação mais vezes até que seu pet possa ficar mais tempo sem estresse dentro da caixa/bolsa.
  2. Antes de viajar, certifique-se de que a caixa ou bolsa de transporte esteja limpa – bem como seu pet. A limpeza de ambos é fundamental se ele acompanhar você na cabine. Vai usar uma caixa de transporte? Então deixe-a desinfetada e esterilizada para a viagem
  3. Para garantir a tranquilidade de seu cãozinho ou gato durante a viagem, uma dica importante é deixá-los próximo a você. Se não for possível, coloque uma camiseta usada por você na caixa ou bolsa de transporte. O cheiro na camiseta (ou qualquer outra peça) vai simular a sua presença, acalmando seu pet. Em última instância, se a viagem for longa e seu animal agitado, converse com seu veterinário para indicar algum medicamento que o deixe mais calmo.
  4. Identifique seu cãozinho e a caixa de transporte.

Definições das Cias Aéreas para voar com seu pet

Viajar com o pet de avião
Tabela criada pelo Melhores Destinos

Na AVIANCA BRASIL são aceitos apenas cães e gatos na cabine de passageiros. No porão não são permitidos. O limite de transporte é de 3 animais por voo, sendo 1 por passageiro e por embalagem (exceção para o caso de ninhada pertencente à mesma fêmea). Filhotes com idade inferior a 8 semanas não são aceitos por causa da desidratação causada no transporte aéreo.
Medidas para a bolsa/caixa de transporte:
  • Altura: 25cm
    Largura: 26cm
    Comprimento: 40cm
  • Peso máximo: 8kg (animal + bolsa)
Na AZUL LINHAS AÉREAS são aceitos apenas cães e gatos na cabine de passageiros. No porão não são permitidos. Limite também de 3 animais por voo, sendo 1 por passageiro e por embalagem. Filhotes com idade inferior a 12 semanas são aceitos.
Medidas para bolsa/caixa de transporte:
  • Altura: 20cm
    Largura: 31,5cm
    Comprimento: 43cm
  • Peso máximo: 5kg (animal + bolsa)
Na GOL LINHAS AÉREAS são aceitos pets de até 10kg para viajar com o dono na cabine de passageiros. A embalagem precisa seguir determinações de padrão internacional, indicadas pela IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo). Kennel rígido ou flexível, resistentes a vazamentos.
Medidas para bolsa/caixa de transporte:
  • Kennel rígido:
    Altura: 22cm
    Largura: 32cm
    Comprimento: 43cm
  • Kennel flexível:
    Altura:24cm
    Largura: 32cm
    Comprimento: 43cm
A GOL não transporta animais nas seguintes condições:
  • Voos com mais de uma conexão (nesse caso o animal deve ser transportado como carga)
  • Voos de companhias parceiras
  • Voos interline e codeshare
  • Voos para Estados Unidos

Na TAM, o transporte aéreo de pets é permitido somente para cães e gatos e pode ser realizado de duas formas: na cabine de passageiros, em Classe Econômica, não sendo permitido no Espaço +.

Medidas para bolsa/caixa de transporte:

  • Caixas rígidas:
    Altura: 19cm
    Largura: 33cm
    Comprimento: 36cm
  • Caixas softs, bolsas:
    Altura: 23cm
    Largura: 33cm
    Comprimento: 36cm
  • Peso máximo: 7kg (animal + bolsa)

Na Petite Sofie você encontra bolsas para fazer viagens seguras, confortáveis e com estilo

Será que tenho um cachorro ou gato braquicéfalo?

As raças de cães ou gatos “de focinho achatado” são chamados de braquicéfalos. Eles tem alta sensibilidade para altas temperaturas, por conta de não conseguirem se resfriar facilmente. O alto calor pode causar até mesmo infartos.
Devido a essa peculiaridade anatômica, não são aconselháveis de viajar de avião. De acordo com números do Departamento de Transporte Americano, quase 50% das mortes de cachorros que aconteceram entre 2005 e 2010 foram de cães braquicéfalos. E veja só: as causas foram por complicações respiratórias. 🙁
Você tem um cãozinho braquicéfalo?
Veja quais são as raças:
  • Affenpinscher
  • Bulldog Americano
  • Bulldog Inglês
  • Bulldog Francês
  • Cocker Spaniel Americano
  • Boston Terrier
  • Boxer
  • Brussels Griffon
  • Bullmastife
  • Cane Corso
  • Cavalier King Charles Spaniel
  • Chihuahua
  • Chow-Chow
  • Dogo Argentino
  • Dogue de Bordeaux
  • Toy Spaniel Inglês
  • Japanese Chin
  • Lhasa Apso
  • Mastife Napolitano
  • Terra Nova
  • Pequinês
  • Presa Canário
  • Pug
  • Shar-Pei
  • Shih-Tzu
  • Tibetan Spaniel
  • Valley Bulldog

Graciosos, lindos e “braquicéfalos”.

Infográfico Amor aos Pets

Você quer um resumo de dicas incríveis e completas para sua viagem com o pet? A Lenise do blog Amor aos Pets criou esse belíssimo infográfico que temos prazer em compartilhar com vocês:

Como viajar com animais
Dicas completas de como viajar com seu pet. Blog Amor aos Pets

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Fonte: DogTravel e Melhores Destinos

Mulher dedica a vida a resgatar gatinhos

Desde quando largou a universidade, Hannah Shaw tem dedicado sua vida resgatando gatinhos. Com 28 anos de idade, ela se auto intitula “guerreira dos gatinhos recém-nascidos”, porque tem foco no cuidado de gatinhos recém-nascidos abandonados, que acabariam mortos nos abrigos da capital americana Washington. Pelo menos algumas centenas de gatinhos ela já contabiliza ter salvado nos últimos oito anos atuando.

Guerreira dos gatinhos

Shaw revelou que sua paixão pelos animais começou quando ela tinha 12 anos. Desde então, deixou de comer carne e se envolveu em diversas campanhas de proteção de animais de várias espécies – desde animais em fazendas até grandes felinos em zoológicos. O cuidado com os gatinhos, especificamente, começou há quase oito anos após resgatar um filhotinho em uma árvore. Ela o levou para casa, o chama de Coco e o adotou.

Esse incidente fez com que Hannah desse mais atenção aos gatinhos na região de sua vizinhança. “Depois de resgatar Coco, eu comecei a perceber que haviam vários gatinhos nas redondezas”, diz ela. “Também comecei a receber ligações de pessoas que encontravam gatos e me ligavam pedindo auxílio de como lidar”. E dessa forma, rapidamente Shaw começou a aprender mais sobre os gatos e ficar atenta ao seu comportamento.

Compromisso felino

Hannah diz que o trabalho de resgatar os gatinhos no início de seus 20 anos de idade foi um desafio especial, pois ela trabalhava em uma escola. “Eu literalmente escondia pequenos filhotes na minha camiseta e os alimentava no banheiro para que ninguém os percebesse!” Mas agora ela trabalha exclusivamente para uma “entidade sem fins lucrativos que cuida dos animais”, ela pode levar os gatinhos para seu escritório sem problemas.

Além de suas missões de resgate, Shaw investe grande parte de seu tempo levantando questionamentos e informações acerca dos problemas que os filhotes enfrentam nos abrigos e ONGs para animais órfãos. “Quase todos os gatinhos recém-nascidos que encontro nos abrigos, são nascidos de gatos não esterilizados e livres nas ruas. A maioria das pessoas que encontram gatinhos recém-nascidos nas ruas e entregam às ONGs acham que estão seguros nos abrigos, mas quase sempre são imediatamente mortos”.

O problema é maior do que parece

Muitas pessoas são surpreendidas ao saber que os gatinhos sofrem nos abrigos e ONGs. “Os abrigos geralmente não têm condições estruturais para cuidar de gatinhos – especialmente os recém nascidos – porque precisam de um cuidado quase que de 24h. A grande maioria dos abrigos e ONGs americanas entendem que os filhotes não podem ser tratados, então aplicam eutanásia imediatamente neles”.

Qualquer pessoa pode ajudar

Shaw diz que existem diversas maneiras com que as pessoas podem colaborar. De início, ela sugere que as pessoas mantenham contato com os abrigos e ONGs, então quando receberem gatinhos neonatais, as pessoas podem saber e retirá-los para cuidar. Mas ela aponta que é muito importante saber se os gatinhos são de fato órfãos. “Às vezes as pessoas acham que estão fazendo certo ao retirar um gatinho tão novinho do abrigo. Mas é fundamental para a saúde do recém-nascido que esteja junto da mãe ao menos nos primeiros 30 dias de vida”

Adotar um gatinho

Adotar um gato recém-nascido é muito semelhante a ter um filho. “Quando eu penso se posso adotar um gatinho, então a primeira coisa que preciso fazer é olhar para o calendário e examinar as próximas semanas. Preciso ter certeza de que estarei disponível”, diz Hannah. “Defino meu alarme a cada duas ou três horas – mesmo durante à noite – para checar se está tudo certo com o filhote. É de fato um grande desafio, se você escolher adotar um recém-nascido”

 

Então quando os gatinhos saem da fase “neonatal”, Shaw os põe para adoção. Surpreendentemente, ela não sente aquela dor no coração quando se despede deles. “A despedida é uma parte divertida para mim, porque a razão de fazer o que faço é para que esses gatinhos não tenham vida tão curta”, diz Hannah. “Quando eles chegam a um abrigo ou são órfãos nas ruas, eles simplesmente não tem chance de chegar a se tornar um gato adulto e saudável em uma casa”.

“Não há muito a dizer… ‘tchau, boa sorte, você mandou bem, agora cai fora da minha casa!”

Mas antes de ela dar o fora neles, Hannah os batiza com nomes criativos – como Gadzooks e Tofurkey. Você pode acompanhar o trabalho da Hannah Shaw em seu instagram @Kittenxlady.

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Fonte: Oddity Central

Cães sabem que é um cão quando veem um cão?

Antes de qualquer coisa: essa não é uma questão filosófica.
Apesar das grandes diferenças físicas entre as raças, cães conseguem reconhecer uns aos outros apenas pela visão.

“Vejo cães”
“Com que frequência?”
“Em todo lugar!”

Meus ouvidos já se animam ao ouvir o tilintar de metais na esperança de ser um cachorrinho com sua coleira batendo medalhas de identificação. E então… é apenas uma pessoa com as chaves penduradas no bolso (ah, que decepção).

Uma pessoa que anda na rua com o braço estendido me mantém na esperança de ver uma coleira sendo segurada, e um cachorro no fim da sua extremidade (às vezes é um carrinho de bebê, fazer o que…).

De longe, meus olhos me pregam peça, então sacos de compras se tornam cães e cães se tornam sacolas até chegar mais perto e eu perceber o que é (mas sempre torcendo para que seja um cão).

Meu lema é: “tudo é cachorro, até que se prove o contrário”. 😉
Mas e quanto aos cães, como será que é?

Apesar das grandes diferenças físicas entre as raças, cães se reconhecem apenas pela visão.

Será que um cachorro sabe, apenas ao ver, que se aproxima outro amistoso cãozinho?

Antes de responder, lembre-se disso: Canis familiaris é a espécie menos uniforme do planeta. Os animais dessa espécie são de uma ampla gama de formas e tamanhos corporais. Do mais pequenininho toy nenê, ao mais gigantesco cachorrão. Adultos dessa espécie se enquadram em vários pequenos “pacotes”. Existem os musculosos “halterofilistas”, às magricelas bailarinas, os estilos “cachorro-quente” entre vários outros.

Será que um Pug, ao olhar para um Galgo Afegão (Afghan Hound) ele solta:
“Oi cachorro!”?

Ou seria algo mais do tipo:
“Que p*&#  é você?” e então só depois de dar uma cheirada clássica “Hola que tal?” é que o Pug vai pensar: “ah, meu Deus, que tolo. Você é um cachorro! Desculpe minha confusão, minha compatriota nariguda”.

Um bom número de pesquisadores tem buscado saber essencialmente o que pensa um “Pug” frente a um “Galgo Afegão”, como no exemplo. Seriam os cães capazes de identificar outros cães apenas pela aparência – eles imaginaram. Se pistas olfativas são tiradas da equação, um cachorro ainda saberia que outro cachorro é um cachorro?

Pesquisa na França

Um time de pesquisadores franceses assumiu a tarefa e publicou o que descobriram no artigo Animal Cognition de 2013. Nove cães de companhia foram objetos de estudo. Todos eles tiveram treinamento básico e grande experiência de relacionamento com pessoas e também outros cães e claro, notadamente todos os participantes eram completamente diferentes fisicamente entre eles. Dois tinham raça pura (Border Collie e Labrador), os outros eram vira-lata.

Veja abaixo todos os lindos representantes do estudo. Eu votei em Cusco para o prêmio de Olhos e Orelhas Mais Alinhadas, enquanto Babel, Cyane e Sweet empataram para o prêmio de Mais Fotogênicos 🙂

A trupe dos pesquisados

Como a pesquisa funcionou

A configuração da experiência foi bastante simples: os nove indivíduos viam duas telas. Uma à direita e outra à esquerda com uma divisória entre elas. Em cada tela, duas imagens apareciam simultaneamente e os cães eram incentivados por um click (de adestramento) e um petisco a escolher a tela “certa”, se aproximando dela – já conto mais detalhes. Veja como funcionou o esquema abaixo:

Estrutura do esquema da pesquisa.

Para saber se os cães podiam identificar outros cães baseados apenas na aparência, os pesquisadores primeiro criaram uma “linguagem comum” entre eles e os cães. Fizeram isso com o auxílio de três sessões de treinamento onde os cães pesquisados recebiam um petisco e um agrado se eles se aproximassem da tela com a imagem de um cachorro nela.

Importante: a mesma imagem do cão foi utilizada em todas as sessões de treinamento. Durante a fase de treinos, a outra tela permaneceu desligada, ou aparecia completamente azul ou com a imagem de uma vaca. Os cães não eram premiados se se aproximassem da tela sem a imagem do cachorro. E assim criou-se a “linguagem comum”: você vai ser recompensado se se aproximar da tela com a imagem do cachorro, somente.

Era considerado sucesso quando os cães se aproximavam de 10 a 12 vezes consecutivas em cada treinamento. Assim evitou-se que o cão pesquisado acertasse o exercício apenas “por sorte”. Todos os nove cães pesquisados foram capazes. A “linguagem comum” estava determinada.

Imagem da sessão de treinamento.

Veio então o teste. Foram apresentados aos cães uma imensa variedade de rostos-nunca-antes-vistos de cachorros em uma tela, e na outra uma série de rostos-nunca-antes-vistos de outros animais – como a vaca utilizada no treino.

Como haviam treinado, eles deveriam se aproximar da tela com imagem de cachorro e evitar a outra tela para receber o petisco. Essa agora já não era uma tarefa fácil. As imagens mostravam cães morfologicamente diversos na forma, cores, tamanhos, desenho da cabeça, posição das orelhas… e assim por diante.

Pra ficar ainda mais difícil, as imagens de cães eram emparelhadas a uma variedade grande de rostos diferentes de cachorros, incluindo rostos humanos, gatos, cabras, coelhos, répteis, pássaros entre vários outros. Os rostos eram exibidos frontalmente ou de perfil. Veja abaixo alguns exemplos de como as imagens foram exibidas.

As imagens trouxeram rostos frontais (facial), perfil (profile) e 3/4.

E os cães pesquisados acertaram!

Todos os nove cachorros da pesquisa acertaram as telas que exibiam CÃES e evitaram as telas que exibiam “NÃO-CÃES”. Alguns como Babel, Bag, Cyane e Vodka, foram capazes de identificar tão rapidamente que precisaram de poucas sessões para identificar entre 10 e 12 imagens de cães consecutivas.

Outros como Bahia e Cusco, foram mais lentos ao escolher e precisaram de mais sessões para distinguir os cães dos “não-cães”.

Foram utilizadas de 2 a 13 sessões para que os cães pesquisados cumprissem o critério de 10 a 12 identificações seguidas (sem errar) dos cachorros na tela.

Claro que isso não quer dizer que Bahia e Cusco não reconhecem um cão quando o veem um. Os pesquisadores enfatizaram que um número de fatores – como a personalidade do cão, estilos de aprendizagem e estratégia e também motivação – podem afetar o comportamento deles, e entãu sua performance, durante um teste como o explicado.

Mesmo assim, o estudo sugere que, apesar das aparências muito diferentes, cães conseguem identificar outros cachorros apenas ao vê-los. Eles parecem ter ao menos um senso distinção entre quem se encaixa na categoria “esse é cachorro” e quem não. Exatamente quais parâmetros os cães usam para saber, o estudo não conseguiu alcançar. Os pesquisadores afirmam que esse seria um próximo passo – natural – da pesquisa.

A pesquisa original está aqui:

Autier-Dérian D, Deputte BL, Chalvet-Monfray K, Coulon M, Mounier L. 2013. Visual discrimination of species in dogs (Canis familiaris)Animal Cognition, 16, 637—651.

Tem gente que já fez o teste em casa! 🙂

Fonte:
Blog Scientific American

O que é catnip? Por que os gatos adoram?

Catnip deixa os felinos “loucos”, seduzidos, fazem os gatinhos rolar no chão, satisfeitos, felizes. Mas… por que gatos adoram catnip?

Você sabia que nós – seres humanos – utilizamos o catnip para fins recreativos, como fumar a erva? Dizem que produz efeitos interessantes. Mas o foco aqui são os gatos: dar catnip aos felinos seria dopá-los?

Por que os gatos adoram?
A satisfação dos gatos é evidente ao entrar em contato com o Catnip 🙂

O que é catnip? A erva-do-gato!

O nome “Catnip” é dado a erva Nepeta cataria, parente próximo do orégano e hortelã. A Nepeta cataria é uma planta muito comum na América no Norte. Aos americanos do norte, nunca são indicados dar o catnip encontrado em qualquer lugar para os gatinhos. Podem conter pesticidas e produtos químicos que prejudicam a saúde dos gatos.

O princípio ativo da Nepeta cataria é o nepetalactone, o qual acredita-se imitar um ferormônio natural do gato. O nepetalactone se liga aos receptores olfativos dos felinos e produzem resposta única neles.

O que os felinos sentem ao usar catnip?

Descrições de proprietários acerca dos efeitos do catnip em seus animais de estimação variam. Vai da excitação à euforia e sedação. Alguns gatos chegam a babar.

Veterinários sugerem que os gemidos dos gatos quando expostos à erva catnip são resultados de alucinações induzidas quimicamente. Se uma pessoa exibe esses sinais, deixariam as outras preocupadas, mas a maioria dos donos de gatos se sente confortável ao permitir que seus gatos se divirtam com essa “droga recreativa”.

A marca All for Paws (AFP) importa o Catnip em frascos de 25g. que podem ser comprados na Petite Sofie

A erva catnip é utilizada pelos donos para provocar seus gatos. O catnip pode ser esfregado nos brinquedos dos gatos. Uma vez que a imitação de ferormônio afeta os receptores olfativos dos gatos, ao comer, o felino não apresenta quaisquer resultados. O consumo leva o princípio ativo para o sistema digestivo, fazendo-o se degradar.

As reações não são sempre as mesmas

Menos da metade dos gatos não possuem reações exageradas ao catnip. É como se a genética jogasse dados para determinar o interesse de um gato na erva. Em quantidades adequadas, até mesmo tigres e outros grandes felinos se sentem atraídos pela erva. Veja o flagrante no video abaixo:

Em meados de 1.400, europeus bebiam regularmente chás de catnip. A erva tinha aplicação medicinal para tratar – veja bem – cólicas e flatulências. Lembra? O princípio ativo Nepeta cataria é parente próximo do hortelã. O chá tem sabor e cheiro semelhante a um chá de menta.

Já em 1.960, fumar catnip foi uma alternativa à marijuana. Quando fumada, a erva produz – em níveis baixos – leves alucinações visuais e auditivas e sensação de relaxamento. O Nepeta cataria usado como chá pode produzir também efeito sedativo suave e de curto prazo nos seres humanos.

Catnip faz mal à saúde do gato?

Da mesma forma que o catnip não tem propósito além de deixar o gato “doidinho”, não há evidências algumas de danos à saúde dos felinos. Se seu gatinho é muito preguiçoso e calminho, o catnip pode dar uma animada nas coisas 😉

Fonte: Gizmodo

Os 9 mitos sobre os cães

Chame a lista de mitos ou mesmo de “lendas”, mas não de fatos. Alguns dessa lista já tem mais de 100 anos de duração. Veja a seguir a lista de 9 grandes mitos sobre os cães que parecem não sumir.

01 Focinho quente ou seco significam que o cão está doente

Este provavelmente é o maior mito em torno da saúde canina. Em algum lugar na história as pessoas concluíram que nariz molhado e frio diz respeito a um cãozinho saudável e um nariz quente ou seco é sinal de doença.

09 mitos sobre cães
Mito 01: focinho quente ou seco

Como tudo começou?

Como muitos outros mitos, esse também não tem um nascimento muito bem definido, mas tem raízes em algum fato. A Cinomose é um vírus mortal e já foi bastante prevalente. Um dos sintomas da cinomose é o espessamento do focinho e das patas, deixando-os duros e secos. Por isso, o mito ganhou força.

Os fatos

A temperatura e a umidade do nariz de seu cãozinho não são as melhores formas de medir sua saúde. Por exemplo, o nariz do cachorro muitas vezes é seco e/ou quente se ele acabou de acordar, e isso é perfeitamente normal. No entanto, se o focinho é seco e rachado por muito tempo, pode ser sim sinal de problema de saúde. Se você perceber algum sinal anormal no focinho de seu filhote, contate seu veterinário.

02 A boca dos cães é mais limpa que a das pessoas

Muitos de nós podem se lembrar dessa máxima desde crianças, especialmente se um cachorro lambeu nossa face ou algo que estávamos comendo: “Não se preocupe, você não sabia que a boca de um cão é mais limpa que a sua?”

09 mitos sobre cães
Mito 02: a boca do cachorro é mais limpa que a nossa

Como tudo começou?

Provavelmente a ideia de que a boca dos cachorros é mais limpa se deu ao fato de que eles lambem suas feridas e as curam mais rapidamente por essa razão.

Os fatos

A boca dos cachorros contém uma série de bactérias, para não mencionar outras coisas mais nojentas.. pense sobre as coisas que seu cão come do chão, fora do lixo, ou que lambe de si próprio. Além disso, muitos cães não tem seus dentes escovados regularmente como as pessoas. Em geral, a boca de um cachorro é repleta de germes e bactérias. Mas a boa notícia é que esses germes são geralmente específicos do cachorro e pouco provavelmente vão causar algum problema em humanos. Basicamente, se você mantiver seu cãozinho vermifugado, com as vacinas em dia e longe de parasitas, não há com o que se preocupar. Então um bom “lambeijo” não será nada de mais. Só não compartilhe de seu comedouro ou deixe lamber suas feridas que está tudo certo! =P

03 Cães enxergam em preto e branco

Em geral, as pessoas entendem que os cães apenas conseguem identificar as cores preto e branco e sombras em cinza. Muitos ainda acreditam nisso.

09 mitos sobre cães
Mito 03: sobre a visão dos cães

Como tudo começou?

Não há muitas evidências por trás desse mito, mas tem muito a ver com a ciência antiga. A conclusão de que os cães veem em preto e branco pode ter nascido com a ciência antes do conhecimento atual e o mito se sustentou desde então.

Os fatos

Cães identificam sim as cores, mas não da mesma forma que nós humanos. Os cones da retina dos caninos tem melhor percepção dos espectros em tons azuis. Acredita-se atualmente que os cães tem primeiro melhor percepção dos azuis, então verdes, amarelos e diversas profundidades de cinza.

04 Cachorros comem grama para provocar vômito

É verdade que os cães por vezes comem o gramado que encontram, mas não tem relação com provocar vômito ou indicação de qualquer doença.

09 mitos sobre cães
Mito 04: cachorros comem grama para vomitar

Como tudo começou?

A origem desse mito pode ter ocorrido com base na observação de diversos donos. A ligação entre comer a grama e vomitar então foi passada para frente até que se tornou um mito.

Os fatos

Por que os cães comem grama? Ora, talvez porque simplesmente… eles gostam! Alguns apenas arrancam o gramado para brincar, enquanto outros devoram. Dependendo da quantidade de grama no estômago, a irritação pode provocar sim vômito. Alguns especialistas acreditam que o gosto do cachorro por gramado remonta do tempo em que, ainda selvagem, comia o conteúdo do estômago de suas presas – em geral herbívoros. Se você observa que seu cãozinho tem vomitado consistentemente após comer grama, ela pode ter recebido algum tratamento químico que provoca a irritação no cachorro. Busque auxílio de seu veterinário.

05 Cachorros tem 7 anos de idade para cada 1 do ser humano

Dizer que um cachorro de um ano de idade tem sete em relação a uma criança, não faz muito sentido quando consideramos que cães podem reproduzir bem antes do primeiro ano de idade. Isso faria um cão de 15 anos de idade o equivalente a 105 anos de uma pessoa. Existem muitos cães com 15 anos e ainda muito ativos, mesmo que idosos, diferente de seres humanos acima dos 100 anos de idade.

09 mitos sobre cães
Mito 05: relação de idade de um cachorro para o ser humano

Como tudo começou?

Alguém simplesmente observou a vida média de um cachorro em comparação com a do ser humano e estimou a relação. É de fato apenas uma forma muito simplificada de descrever a fase da vida do cão em comparação à nossa.

Os fatos

É óbvio que os cães envelhecem a um ritmo mais acelerado que os seres humanos. Mas essa taxa é mais rápida no início da vida e vai progressivamente ficando mais lento com a idade. Por exemplo: um cachorro com 1 ano de vida é basicamente um adolescente humano. Mas um cachorro com 8 anos de idade é como um ser humano de meia idade (aqui a relação 7/1 ano de idade é correspondida). Ainda mais importante, o tamanho e a raça do cachorro tem muito a ver com sua longevidade. Raças muito pequenas podem superar os 15 anos de vida, enquanto as raças de cães maiores não costumam passar dos 10 anos. Em uma confusão temporal, cães jovens de raças gigantes tendem a atingir a idade adulta de forma mais lenta que os cães de porte pequeno, mesmo vivendo em média menos.

06 Não é possível ensinar truques novos para cachorros velhos

Ouvimos isso todo tempo.. “Você não ensina novos truques para cães idosos”. Nessa hora lembramos que com os humanos pode acontecer isso porque humanos idosos simplesmente não desejam mais aprender, já com os cães a história é outra.

09 mitos sobre cães
Mito 06: cães idosos não aprendem novos truques

Como tudo começou?

Provavelmente após notarem que seus cães idosos tinham menos interesse para as atividades, inferiram que eram menos sensíveis à educação.

Os fatos

Embora não seja fácil ensinar novos truques a um cão mais velho, é possível. Um fator que pode dificultar: por conta da velhice, o cachorro terá alterações sensoriais. Ver e ouvir ficam mais difíceis. Além disso, ele não tem mais a mesma energia de antes, então certifique-se de que as atividades não serão tão exigentes fisicamente para o idosinho. Outros ainda podem passar por disfunção cognitiva que vá ser entrave para reter novas informações. Por mais que seja sim possível ensinar novos truques a cães mais velhos, não será tarefa fácil.

07 Abanar o rabo significa felicidade

Essa confusão pode levar a um ataque do cachorro. Sim, eles podem mexer bastante o rabo por indicar felicidade e excitação, mas existe mais aí!

09 mitos sobre cães
Mito 07: abanar o rabo significa que cachorro está feliz

Como tudo começou?

A imagem de um cãozinho feliz da vida, pulando e mexendo intensamente o rabinho ficou associada por conta de nosso amor aos cães. É complicado dizer onde esse mito nasceu, mas tem ligação com a verdade.

Os fatos

A linguagem corporal dos cães é um tanto quanto complexa. Abanar o rabo é apenas uma das formas que o cão utiliza para se comunicar. Enquanto é verdade que às vezes isso possa significar felicidade, pode também representar medo, ansiedade ou qualquer outra sensação potencialmente agressiva. Melhor que observar apenas o rabo mexendo, é tentar fazer leitura das reações de todo o corpo do cachorro para então prever seu estado de humor.

08 Antes de serem castradas, as fêmeas devem ter uma ninhada

Castração é um assunto bastante controverso e move opiniões bastante fervorosas. Não tem sentido algum que um cachorro precisa deixar descendentes antes de ser castrado. Em geral, a castração desses animais é questão de controle de natalidade, já que existe uma enorme população de cãezinhos indesejados no planeta.

09 mitos sobre cães
Mito 08: fêmeas devem ter filhotes antes de serem castradas

Como tudo começou?

Dificilmente saberemos como esse mito se criou. Acredite ou não, muitas pessoas acham que se o cãozinho não tiver uma ninhada, ele sentirá uma espécie de vazio interior, de estar perdendo algo. Já outros defendem que é parte importante do ciclo da vida e isso não deve ser cerceado.

Os fatos

Pode ser uma surpresa dizer que os cães não pensam como humanos. Eles não vão se sentir “vazios” por não terem tido filhotes. Na verdade, algumas cadelas não são boas mães. Forçar sua fêmea a procriar pode se tornar um grande trabalho para você. E além de contribuir com a super população canina, não há qualquer evidência de benefício para a saúde animal em permitir que se tenha uma ninhada antes da castração. Na realidade, a cirurgia de castração, após a procriação, pode até gerar complicações ao animal.

Se você deseja ter filhotes de seu cão, procure antes conhecer bem o pedigree e então procure um veterinário responsável para uma indicação igualmente responsável de um reprodutor.

09 A brincadeira de cabo-de-guerra deixa o cachorro agressivo

Brincar de cabo-de-guerra com os cachorros gera bastante debate. Alguns pensam que pode provocar comportamento agressivo e então sugerem evitar tal brincadeira, quando na verdade, deveria ser o oposto.

09 mitos sobre cães
Mito 09: cabo-de-guerra deixa o cão agressivo

Como tudo começou?

As pessoas – talvez percebendo tamanho envolvimento dos cães na brincadeira, como rosnar – atribuíram tais efeitos à provocação de comportamentos agressivos.

Os fatos

Os cães adora brincar de cabo-de-guerra e não há nada errado com isso! É uma maneira natural de aguçar seus instintos predadores com um exercício que é físico e mental. Além disso, é uma brincadeira muito propícia para fortalecer os laços humano-canino. Com o passar dos anos e com muita observação, especialistas consideram o cabo-de-guerra uma maneira dos cães liberarem suas emoções, deixando-os então, ainda menos agressivos.

Alguns especialistas defendem que o humano deve ganhar a “guerra”, enquanto outros dizem que o cão deve ganhar. Isso deve depender do cão. Ganhar o cabo-de-guerra promove muita confiança para o cãozinho, enquanto perder pode deixa-lo mais passivo. Se seu cãozinho não tem problemas de comportamento, você pode variar entre perder e ganhar a disputa. No entanto, sempre é bom ter um treinador especializado para dar conselhos mais certos para o caso específico do seu cão. Mas uma coisa é de fundamental importância: se o dente do cachorro encostar você, o jogo deve parar por um tempo.

Fonte: About.com

Dicas para dar nome ao seu pet

Uma das coisas mais gostosas de ter cachorro é escolher seu nome. Mas é bom que você facilite a identificação do pet, caso ele se perca. Veja aqui algumas dicas bacanas pra você identificar seu cãozinho.

A importância do nome para seu cachorro

Uma das maneiras mais importantes de se comunicar com seu pet é por meio do nome dele. Quando ele escuta, sua atenção é chamada e ele vai ficar esperto para curtir os momentos com você. Ou mesmo entender que não deve fazer o que está fazendo. A e
scolha do nome é uma parte especial para o dono também. Então, pense cuidadosamente nas escolhas. Aqui estão algumas coisas pra você considerar:

As aparências

Manchinha, Foguinho, Pinguinho ou Preto são todos nomes testados e aprovados. A vantagem desse tipo de nome é o fato de serem descritivos. Assim fica fácil identificar o cãozinho quando ele se perder. A desvantagem é que existem vários cachorros com esses nomes.

Você pode ser mais criativo, para que seu amiguinho se destaque na multidão. Um cachorro grande, de pernas compridas, com o pelo malhado (um greyhound, por exemplo) pode ser chamado de Tigre ou Savana – referência às savanas africanas e seus animais com esse padrão de pelagem.

Dicas para dar nome ao seu pet
Fique atento as características de seu cãozinho antes de escolher seu nome.

As origens

Investigar a história da raça é uma boa maneira pra achar um nome perfeito para o filhote. Raças escocesas, como West Highland White Terrier ou Cairn Terrier, por exemplo, podem receber nomes como Murray ou Stuart. Safari é um nome interessante para um Basenji, raça de cães que não latem, originária da África. Tundra é um nome muito usado para raças do Norte, como Malamutes do Alasca ou os lindos Samoiedas.

Dicas para dar nome ao seu pet
A história da raça pode inspirar você ao nomear seu filhote

As raças

Os Beagles, os Bloodhounds (Cão de Santo Umberto) e os Basset Hounds são farejadores natos. Para eles, nomes como Sniffer (farejador) são boas sugestões, como também Sherlock ou Cigano. Vários Terriers recebem o nome de Digger (escavador) e a razão é simples. Foram criados para caçar animais que vivem em tocas geralmente por baixo da terra. Por isso, hoje quando podem, escavam jardins.

Cada raça tem peculiaridades. Aproveite-as para inspirar o nome de seu pet!

Características peculiares

Os Border Collies são considerados a raça mais inteligente entre os cães. Então, que tal dar ao seu Border Collie um nome que faça jus à inteligência dele: como Einstein ou Newton, por exemplo? 🙂

Nome de registro

Os criadores muitas vezes dão para a ninhada um tema ou nomes começando com uma mesma letra. Uma ninhada com o tema de música country americana pode ter filhotinhos chamados Nashville’s Yoakam, Nashville’s Dolly, Nashville’s Reba e Nashville’s Waylon.

Os nomes de registro podem incluir o nome do canil, do pai ou da mãe. Dessa forma, você pode ter Cloverhill’s Indian Summer, Craigwood Higgins of Switchbark ou Magnolia’s Prince of Thieves. Apesar de esses nomes aparecerem nos documentos de registro, obviamente não são uma boa escolha para usar no cotidiano. O criador ou proprietário dá um apelido ou nome de chamado. Craigwood Higgins of Switchbark provavelmente pode se tornar simplesmente Woody para os amigos.

Passatempos e interesses do dono

Se você é fã de esportes, há muitos nomes excelentes, não importa se seu negócio é futebol, basquete, tênis ou atletismo. Muito cachorro por aí homenageia Pelé. Dar um nome a um boxer é muito fácil: Que tal Frazier, Ali ou Sugar Ray? Para um bulldog? Tá na cara: Churchill. 🙂

Seus livros, filmes e programas de TV favoritos – várias cadelas têm o nome de Lassie, em homenagem à Collie famosa nos livros, nos filmes e na TV. Laika, a cadela cosmonauta, também inspirou muita gente.  No entanto, você não tem que dar a seu animal de estimação o nome de outro cão de um filme ou programa de TV. Pegue o nome de um de seus personagens favoritos e batize seu filhote.

Paty para uma patricinha? Que tal? =P

Dicas úteis

  1. Evite nomes que rimam com a palavra não, como Fofão ou Amigão. Assim você evita confundir seu filhote quando estiver fazendo algum adestramento.
  2. Evite também nomes longos e difíceis. Worcestershire pode parecer imponente, mas quando sair de sua boca, a atenção de seu cão já estará voltada para outra coisa.
  3. Por fim, esteja certo de que o nome de seu cão não causará constrangimento quando precisar ser chamado na frente dos vizinhos.

Veja também as soluções Florais de Bach para o cuidado com cãezinhos com problemas de comportamento. Ou nosso artigo sobre que ensina você dar um banho em seu filhote em apenas 8 passos.

Florais de Bach para animais de estimação

“A vida não espera de nós sacrifícios intangíveis, ela apenas pede que façamos nossa jornada com alegria em nosso coração e para ser uma benção para todos aqueles que nos rodeiam. Se nós fazemos o mundo melhor com a nossa visita, então cumprimos nossa missão.”


Nasceu no dia 24 de setembro de 1886, em Moseley, Inglaterra, e cresceu mostrando grande amor pela natureza e um interesse especial em aliviar o sofrimento humano. Reconhecido médico homeopata e patologista em saúde pública, completou sua obra com a descoberta dos Florais de Bach em meados de 1930 em Mont Vernon na Inglaterra. Segundo ele, para se recuperar de uma doença, é preciso ter uma mente sã. Os Florais de Bach ajudam a restabelecer um equilíbrio das emoções negativas.
Dr. Edward Bach começou sua carreira médica como alopata em um pronto socorro de Londres, e durante a Primeira Guerra, ele foi responsável por 400 leitos no University College Hospital e ao notar, por meio de uma infecção poderosa, que uma parte da população sucumbe e outra parte continua saudável, seu questionamento ficou por conta de por que, entre tantos infectados, alguns continuavam intactos.
Em suas pesquisas e observações, ele notou que suas experiências clínicas haviam demonstrado que a diferença de atitude emocional de seus pacientes influenciava o prognóstico e a própria cura.
Num momento especial de sua vida ele se isolou nas montanhas, onde conviveu com a flora da região, e desenvolveu 38 florais que foram divididos em 12 florais de cura, 7 florais auxiliares e 19 florais complementares, sendo hoje a maior expressão de floral do mundo.

Florais de Bach

Os magníficos benefícios dos florais de Bach, que ajudam a equilibrar as emoções e atitudes e a buscar, junto com os outros tratamentos, a cura de forma natural, estão contidos nesse catálogo de produtos minuciosamente preparado para o mercado veterinário.
Qualquer animal pode se beneficiar dessa terapia, que faz um ajuste, criando equilíbrio e eliminando as ações indesejáveis.

Os florais de Bach são essências extraídas das flores com poder de transformar emoções e ações negativas. Esse tipo de  tratamento se chama Lei dos Opostos, ou seja, para cada emoção ou estado mental negativo, como tristeza, insegurança, estresse ou depressão, existe uma essência que traz as virtudes opostas, como alegria de viver, coragem, segurança e tranqüilidade. Na prática, o que vai trazer bem-estar é a vibração (energia) da flor em contato com o campo vibracional do animal.
No sistema desenvolvido no século passado pelo médico inglês Edward Bach, há 38 essências que não interagem nem interferem na medicina alopática ou homeopática. Entre elas, há fórmulas para situações específicas, como separação, luto, perdas e mudanças na vida. Bach só usava as flores que tinham um padrão energético muito elevado, daí o sucesso de sua terapia – que não substitui o tratamento médico, mas pode complementá-lo. Os seres humanos, animais e plantas podem se beneficiar dessa terapia, que não muda personalidade, mas faz um ajuste,  criando equilíbrio.
Existem hoje muitos florais no mundo, e alguns famosos como os florais californianos e os australianos, mas  os florais do Dr. Edward Bach são reconhecidos no mundo inteiro como sendo os mais eficientes e testado produtos para esse fim.

NÃO É UM SIMPLES FLORAL, MAS UM FLORAL DE EDWARD BACH.

Por esta razão a PETHY GROUP escolheu e desenvolveu especificamente para animais 12 florais, todos com essência de origem inglesa, comprovadamente de Bach, para o uso de via oral e veterinário, que tratam os principais problemas comportamentais dos animais, em especial cães e gatos.
E também 6 produtos para harmonizar os ambientes, com reservas florais que irão cuidar de seu animal e de você com muita eficiência, com aromaterapia e florais de Bach.