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Mulher dedica a vida a resgatar gatinhos

Desde quando largou a universidade, Hannah Shaw tem dedicado sua vida resgatando gatinhos. Com 28 anos de idade, ela se auto intitula “guerreira dos gatinhos recém-nascidos”, porque tem foco no cuidado de gatinhos recém-nascidos abandonados, que acabariam mortos nos abrigos da capital americana Washington. Pelo menos algumas centenas de gatinhos ela já contabiliza ter salvado nos últimos oito anos atuando.

Guerreira dos gatinhos

Shaw revelou que sua paixão pelos animais começou quando ela tinha 12 anos. Desde então, deixou de comer carne e se envolveu em diversas campanhas de proteção de animais de várias espécies – desde animais em fazendas até grandes felinos em zoológicos. O cuidado com os gatinhos, especificamente, começou há quase oito anos após resgatar um filhotinho em uma árvore. Ela o levou para casa, o chama de Coco e o adotou.

Esse incidente fez com que Hannah desse mais atenção aos gatinhos na região de sua vizinhança. “Depois de resgatar Coco, eu comecei a perceber que haviam vários gatinhos nas redondezas”, diz ela. “Também comecei a receber ligações de pessoas que encontravam gatos e me ligavam pedindo auxílio de como lidar”. E dessa forma, rapidamente Shaw começou a aprender mais sobre os gatos e ficar atenta ao seu comportamento.

Compromisso felino

Hannah diz que o trabalho de resgatar os gatinhos no início de seus 20 anos de idade foi um desafio especial, pois ela trabalhava em uma escola. “Eu literalmente escondia pequenos filhotes na minha camiseta e os alimentava no banheiro para que ninguém os percebesse!” Mas agora ela trabalha exclusivamente para uma “entidade sem fins lucrativos que cuida dos animais”, ela pode levar os gatinhos para seu escritório sem problemas.

Além de suas missões de resgate, Shaw investe grande parte de seu tempo levantando questionamentos e informações acerca dos problemas que os filhotes enfrentam nos abrigos e ONGs para animais órfãos. “Quase todos os gatinhos recém-nascidos que encontro nos abrigos, são nascidos de gatos não esterilizados e livres nas ruas. A maioria das pessoas que encontram gatinhos recém-nascidos nas ruas e entregam às ONGs acham que estão seguros nos abrigos, mas quase sempre são imediatamente mortos”.

O problema é maior do que parece

Muitas pessoas são surpreendidas ao saber que os gatinhos sofrem nos abrigos e ONGs. “Os abrigos geralmente não têm condições estruturais para cuidar de gatinhos – especialmente os recém nascidos – porque precisam de um cuidado quase que de 24h. A grande maioria dos abrigos e ONGs americanas entendem que os filhotes não podem ser tratados, então aplicam eutanásia imediatamente neles”.

Qualquer pessoa pode ajudar

Shaw diz que existem diversas maneiras com que as pessoas podem colaborar. De início, ela sugere que as pessoas mantenham contato com os abrigos e ONGs, então quando receberem gatinhos neonatais, as pessoas podem saber e retirá-los para cuidar. Mas ela aponta que é muito importante saber se os gatinhos são de fato órfãos. “Às vezes as pessoas acham que estão fazendo certo ao retirar um gatinho tão novinho do abrigo. Mas é fundamental para a saúde do recém-nascido que esteja junto da mãe ao menos nos primeiros 30 dias de vida”

Adotar um gatinho

Adotar um gato recém-nascido é muito semelhante a ter um filho. “Quando eu penso se posso adotar um gatinho, então a primeira coisa que preciso fazer é olhar para o calendário e examinar as próximas semanas. Preciso ter certeza de que estarei disponível”, diz Hannah. “Defino meu alarme a cada duas ou três horas – mesmo durante à noite – para checar se está tudo certo com o filhote. É de fato um grande desafio, se você escolher adotar um recém-nascido”

 

Então quando os gatinhos saem da fase “neonatal”, Shaw os põe para adoção. Surpreendentemente, ela não sente aquela dor no coração quando se despede deles. “A despedida é uma parte divertida para mim, porque a razão de fazer o que faço é para que esses gatinhos não tenham vida tão curta”, diz Hannah. “Quando eles chegam a um abrigo ou são órfãos nas ruas, eles simplesmente não tem chance de chegar a se tornar um gato adulto e saudável em uma casa”.

“Não há muito a dizer… ‘tchau, boa sorte, você mandou bem, agora cai fora da minha casa!”

Mas antes de ela dar o fora neles, Hannah os batiza com nomes criativos – como Gadzooks e Tofurkey. Você pode acompanhar o trabalho da Hannah Shaw em seu instagram @Kittenxlady.

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Fonte: Oddity Central

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